ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.1101-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>ATRESIA ANAL ASSOCIADA À FÍSTULA RETO-VAGINAL  RELATO DE CASOS</strong></p><p align=justify><b>Cristina Mendes Pliego </b> (<i>Universidade Federal Fluminense</i>); <b>Maria de Lourdes Gonçalves Ferreira </b> (<i>Universidade Federal Fluminense</i>); <b>Katrin Macedo Paim </b> (<i>Médica veterinária Autônoma</i>); <b>Ana Carolina Cassano Santos </b> (<i>Universidade Federal Fluminense</i>); <b><u>João Paulo Bernardes </u></b> (<i>Universidade Federal Fluminense</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>As anomalias congênitas ano-retais são raras em cães e gatos, sendo a atresia anal a mais comum. Os filhotes de cães ou gatos com anomalias ano-retais congênitas geralmente são levados ao veterinário, com duas a seis semanas de idade, por ausência de defecação, por defeito óbvio na anatomia de estruturas perineais ou por eliminação de urina ou fezes através de orifício impróprio. A atresia anal é uma deformidade que acomete a abertura anal e reto terminal, resultando em fechamento da saída anal e/ou em via anormal das fezes por meio da vagina ou da uretra. Quatro tipos de atresia anal são descritos, incluindo estenose anal (tipo I), anus imperfurado (tipo II), ou combinado com porção terminal do reto cranial a membrana anal (tipo III), e o tipo que ocorre em fêmeas, onde uma comunicação persistente entre o reto e a vagina ou entre o reto e a uretra. O reparo cirúrgico e o tratamento de escolha, mas complicações pós-opertórias podem ocorrer, incluindo atonia de cólon secundário a distensão prolongada. Nesse trabalho são relatados dois casos de filhotes caninos, do sexo feminino, apresentando atresia anal associada à fístula reto-veginal, e a evolução e complicações pós-operatórias de cada caso. Em casos de atresia anal com fístula reto-vaginal, o fechamento desta é indicado concomitante a abertura do esfíncter anal, para evitar que fezes saiam pela fístula e o ânus se feche.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>