ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:15.1100-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Ciências Básicas</b><p align=justify><strong>DISTROFIA MUSCULAR LIGADA AO CROMOSSOMO X: AVALIAÇÃO DA MUSCULATURA ESQUELÉTICA EM CÃES</strong></p><p align=justify><b><u>Ligia Gomes Miyazato </u></b> (<i>FCAV/Unesp</i>); <b>Julieta Rodini Engrácia de Moraes </b> (<i>FCAV/Unesp</i>); <b>Daniel Cortês Beretta </b> (<i>FCAV/Unesp</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A distrofia muscular de cães Golden retriever (DMGR) é uma miopatia degenerativa, sendo o cão DMGR o melhor modelo devido as proximidades das manifestações genotípicas e fenotípicas com a Distrofia Muscular de Duchenne em humanos. Este estudo objetivou estudar por análises histoquímica e morfométrica miofibras dos tipos I (FTI) e II (FTII) em cães com distrofia muscular em diferentes idades. Para isto utilizou-se a reação de mATPase com pré-incubação alcalina (pH 9,4). Foram examinados dezessete cães machos, quatro não distróficos com idade entre 3 e 10 meses e quatorze distróficos entre 4 e 51 meses. Os distróficos foram divididos segundo a idade: até cinco meses (grupo 1), entre sete e treze meses (grupo 2) e acima de 15 meses (grupo 3). Observou-se inversão nas proporções FTI para FTII nos músculos semitendinoso (acima de 7 meses), diafragma e tríceps braquial (acima dos 15 meses). Verificou-se atrofia de miofibras distróficas no masseter (todos), bíceps femoral (grupos 1 e 3) e semitendinoso (grupos 2 e 3) em relação as não distróficas. Contrariamente, miofibras distróficas do bíceps braquial (todos), sartório (grupo 1), semimembranoso (grupo 1) e diafragma (todos) mostraram hipertrofia. Alternância entre atrofia e hipertrofia foi observada no tríceps braquial. Nossas observações apontam para um processo degenerativo progressivo, havendo períodos de repouso que permitem recuperação parcial das miofibras. Tais períodos parecem ser influenciados pelo nível de atividade de contração muscular.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>