ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:10.1098-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Eqüinos: Clínica, Cirurgia e Reproduçao</b><p align=justify><strong>OCORRÊNCIA DE EHRLICHIOSE MONOCÍTICA EQUINA NO PERÍODO DE 2007-2008.</strong></p><p align=justify><b><u>Helen Silveira Coimbra </u></b> (<i>universidade federal de pelotas</i>); <b>Luiz F D Schuch </b> (<i>universidade federal de pelotas</i>); <b>Cristina Zambrano </b> (<i>universidade federal de pelotas</i>); <b>Marta Oyarzabal </b> (<i>universidade federal do rio grande do sul</i>); <b>Luciana S Prestes </b> (<i>universidade federal de pelotas</i>); <b>Carolina L Gonçalves </b> (<i>universidade federal de pelotas</i>); <b>Fernanda V Mota </b> (<i>universidade federal de pelotas</i>); <b>Ana Lucia Schild </b> (<i>universidade federal de pelotas</i>); <b>Clairton Marcolongo </b> (<i>universidade federal de pelotas</i>); <b>Mário C A Meireles </b> (<i>universidade federal de pelotas</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A ehrlichiose monocítica equina (EME) no sul do Rio Grande do Sul, é relatada como uma das causas de diarréia em equinos não estabulados, em propriedades localizadas a orla da Lagoa Mirim. A principal forma de transmissão é a via oral, onde a N. risticii é veiculada por trematódeos presentes em caracóis em ambientes aquáticos. A enfermidade na região é conhecida como  Curso , que é descrito como sazonal, ocorrendo do final da primavera até o outono, em animais acima de um ano de idade. A diarréia é apresentação mais evidente e comum da enfermidade. Ocorre em 30% das infecções e pode apresentar-se de diversas formas, desde uma doença leve, transitória ou inaparente até a manifestação aguda com diarréia aquosa e profusa, que pode ocorrer nas primeiras 24 a 48 horas do curso clínico. Este estudo tem como objetivo relatar ocorrência clínica de casos compatíveis com EME acompanhados durante os anos de 2006 e 2008 em propriedades localizadas nos municípios de Rio Grande, Arroio Grande e Palmares do Sul e a presença de vetores da enfermidade. As propriedades de estudo são criadoras de cavalos da raça crioula, e tem por finalidade o uso dos animais nas lides de campo, participação em feiras e exposições e nas provas hípicas. Em Arroio Grande foram observados dez cavalos com quadro compatível com EME, marcando uma morbidade de 7,77% e letalidade de 10%. Na propriedade de Rio Grande, a enfermidade foi observada com uma morbidade de 7,77%, após 60 dias da introdução de noventa cavalos na propriedade. A letalidade foi de 42,85%, a alta letalidade foi evidente devido a introdução de animais oriundos de região sem relatos da enfermidade. Em Palmares do Sul este foi o primeiro relato de casos compatíveis com EME sendo observada uma morbidade de 5% e letalidade de 33,33%. Nas três propriedades de estudo foram encontrados os caracóis do gênero Heleobia. A presença de trematódeos foi verificada com freqüências de 10% a 19,35%. Insetos da ordem Odonata foram encontrados com a fase de metacercária numa freqüência de 8,33 a 11,11%. O presente estudo demonstra que a enfermidade pode ocorrer de forma esporádica, durante os meses mais quentes do ano, ou na forma de surto quando animais são transportados e introduzidos em ambientes endêmicos para a presença do vetor. Estudos estão sendo realizados para o maior entendimento da ecologia da enfermidade, a fim de encontrar uma forma de controle para minimizar a enfermidade nas regiões endêmicas.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>