ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:15.1080-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Ciências Básicas</b><p align=justify><strong>AVALIAÇÃO DE ÁREAS DE CRIA E DE RESERVA DE ALIMENTO EM COLÔNIAS DE APIS MELLIFERA AFRICANIZADAS SUBMETIDAS À DIFERENTES DIETAS</strong></p><p align=justify><b><u>Mara Rúbia Romeu Pinto </u></b> (<i>UFPel - EPAGRI/CEPEA</i>); <b>Carlos Edilson Orenha </b> (<i>EPAGRI/CEPEA</i>); <b>Fábio Pereira Leivas Leite </b> (<i>UFPel</i>); <b>Paulo Roberto Dallmann </b> (<i>CAVG/UFPel</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Com a exploração da atividade apícola, as abelhas são forçadas a produzir mais para serem exploradas com finalidade econômica e comercial. Tendem a ser selecionadas também para produtividade, não bastando que as colônias sejam capazes de satisfazer somente as suas necessidades vitais e suprir o requisito básico de perpetuação da espécie. Com o objetivo de se obter boas colheitas e lograr um bom crescimento populacional, as colméias necessitam de um ótimo aporte alimentar para que possam manifestar toda a capacidade que sua genética tem condições de expressar. Assim como em outros ramos da produção animal, a alimentação constitui um dos principais pilares da atividade apícola. Até pouco tempo, esse tema não tinha tanta relevância, devido, provavelmente, às florações abundantes que cobriam as necessidades nutritivas das abelhas nas diferentes épocas do ano. Nos últimos anos, principalmente pelos avanços na agricultura, se produziu uma série de modificações na flora apícola de muitas regiões. A essas modificações associa-se o fato de que, atualmente, existem colméias em zonas consideradas marginais e onde a abelha, provavelmente, nunca tivesse chegado se não fosse pela mão do homem. Cuidados especiais devem ser tomados ao utilizar alimentação artificial, para garantir que a mesma não deixe resíduos no produto final, assegurando, tanto a saúde das abelhas, quanto a saúde humana. No Brasil, as pesquisas com alimentação apícola são recentes. Sob a ótica de suplementação, a primeira publicação em Congresso Brasileiro de Apicultura aconteceu no ano de 1986. Levando-se em consideração que as abelhas existentes no Brasil são fruto do cruzamento entre abelhas européias e abelhas africanas, denominadas de abelhas africanizadas e, que estas não possuem um padrão genético que as classifique com uma nova raça, entende-se que existem diferenças significativas entre os vários tipos de abelhas africanizadas. Esse é motivo pelo qual as abelhas brasileiras podem ser consideradas diferentes de outras abelhas africanizadas de outros países das Américas, e talvez até entre diversas regiões, justificando o fato de que os resultados de pesquisas, geradas em outras partes do mundo, possam não contemplar adequadamente as necessidades dessas abelhas. O objetivo deste trabalho foi testar a influência de diferentes dietas sobre a reprodução e produção de Apis mellifera africanizada, avaliando área de cria e de reserva de alimento. Amostras de mel colhido das colméias experimentais foram analisadas para verificar se as dietas utilizadas não iriam comprometer as características físico-químicas do mesmo. Conclui-se que a alimentação suplementar teve atuação positiva nas áreas de cria e de reserva de alimento, e que o mel produzido apresentava-se dentro dos padrões de qualidade previstos em lei específica. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>