ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:14.1076-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Suínos</b><p align=justify><strong>ESTUDO ULTRAESTRUTURAL DE FIBRAS MUSCULARES DE LONGISSIMUS DORSI E SEMI-MEMBRANACEO EM SUÍNOS LARGE WHITE</strong></p><p align=justify><b><u>Saulo Veríssimo </u></b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>); <b>Fabrício Borges Duarte </b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>); <b>Guilherme Arantes Mendonça </b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>); <b>Dúnia Imbrahim Campos </b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>); <b>Rafael Oliveira </b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>); <b>Rafael Ramacciotte </b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>); <b>Thiago Braga </b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>); <b>Nathalia Miranda </b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>); <b>Diego Batista </b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>); <b>Fabricío Bruno Perín </b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A produção suína brasileira é umas das mais notáveis no contexto mundial, porém o consumo interno de carne suína possui pouca expressividade, determinada por um contexto histórico, cultural, que deprecia a carne suína, associando-a a altos teores de gordura e baixa qualidade do ponto de vista sanitário. Fato este inverossímil, devido às novas tecnologias adotadas na área, que tornou a carne suína mais consumida no mundo, além de muito saudável e saborosa. A suinocultura almeja obter animais com baixos teores de tecido adiposo e grande massa muscular, objetivos estes alcançados por melhoramento genético e aperfeiçoamento do manejo. Com estudo ultraestrutural (microscopia eletrônica) é possível avaliar e comparar a estrutura muscular dos animais. 22 suínos de duas linhagens da raça Large White obtiveram melhoramento genético em países diferentes dos quais foram coletadas amostras dos músculos Semi-membranáceo e Longissimus Dorsi para póstumas comparações através de fotomicografias. Não foi observado diferenças no comprimento dos sarcômeros dos músculos entre as linhagens, fato ocorrido pois o comprimento é padrão independente da linhagem já em relação a largura ocorreu diferenças sendo maior no músculo Semi- menbranáceo da linhagem A e no Longissimus Dorsi maior na linhagem B. Ao comparar os músculos Semi-membranáceo e Longissimus Dorsi dentro da mesma linhagem foi observado que a largura dos sarcômeros é maior no Longissimus Dorsi, fato este ocorrido por este ser um músculo com predomínio de fibras brancas, e o comprimento foi maior no músculo Semi-membranáceo.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>