ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.1073-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>USO DA TÉCNICA DE PLASMAFÉRESE COMO TERAPIA ADJUVANTE EM CÃO COM ANEMIA HEMOLÍTICA IMUNOMEDIADA: RELATO DE CASO.</strong></p><p align=justify><b>Viviane Marques Guyoti </b> (<i>Universidade Anhembi Morumbi</i>); <b>Márcio Antonio Batistela Moreira </b> (<i>Universidade Anhembi Morumbi</i>); <b>Sérgio dos Santos Souza </b> (<i>Universidade Anhembi Morumbi</i>); <b>Tatiana de Mello Macedo </b> (<i>Hospital Veterinário Rebouças</i>); <b>Crema T C </b> (<i>Hospital Veterinário Rebouças</i>); <b><u>Vanessa Bianchi Zorzi </u></b> (<i>Universidade Anhembi Morumbi</i>); <b>Paulo Vitor Bernardo Fernandes </b> (<i>Universidade Anhembi Morumbi</i>); <b>Milena Piacitelli Sanchez </b> (<i>Médica Veterinária Autônoma</i>); <b>Priscila Assis Lopes </b> (<i>Universidade Anhembi Morumbi</i>); <b>Caroline Aparecida Regis Sultanum </b> (<i>Universidade Anhembi Morumbi</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A anemia hemolítica imunomediada (AHIM) é caracterizada pela destruição dos eritrócitos mediada pela ação de anticorpos. A AHIM acomete animais de meia idade com predisposição em cães das raças cocker spaniel e maior ocorrência em fêmeas. O diagnóstico da AHIM é realizado a partir da somatória de informações como histórico do paciente, exame físico, achados laboratoriais e/ou diagnóstico terapêutico. A técnica de plasmaférese é o emprego terapêutico do plasma sanguíneo com o intuito de remover componentes indesejáveis presentes no plasma, responsáveis pelo agravamento das doenças imunomediadas. O procedimento é indicado quando não se obtém sucesso com a terapia imunossupressora, imunomoduladora, utilização de imunoglobulina humana, entre outras. Foi atendido no Hospital Veterinário Anhembi Morumbi um cão com seis meses de idade, da raça bernesse com diagnóstico de AHIM tratado por cinquenta dias sem resultados satisfatórios. Optou-se então, pela realização da técnica de plasmaférese administrando 545ml de concentrado de hemácias e aférese de 1866ml de plasma fresco congelado além da infusão de 346ml de seu próprio concentrado de hemácias, obtido por meio de centrifugação. Os índices hematimétricos permaneceram estáveis por 30 dias, porém devido a não repetição do procedimento, conforme indicado em literatura, o animal apresentou piora do quadro vindo a óbito. A plasmaférese pode ser um recurso terapêutico importante nos quadros de AHIM e não deve ser realizado como um tratamento isolado. Com avanços da tecnologia e mediante a realização de mais pesquisas quanto sua efetividade em casos de animais com AHIM a plasmaférese poderá ganhar espaço na rotina hospitalar e com valor significativo para o tratamento de casos mais severos, agudos e AHIM em que muitas transfusões sanguíneas são requeridas.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>