ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.1072-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>AVALIAÇÃO CITOLÓGICA DE MEDULA ÓSSEA EM CÃES E GATOS: ESTUDO RETROSPECTIVO DE 26 CASOS.</strong></p><p align=justify><b>Priscila Assis Lopes </b> (<i>Universidade Anhembi Morumbi</i>); <b>Márcio Antonio Batistela Moreira </b> (<i>Universidade Anhembi Morumbi</i>); <b>Caroline Aparecida Regis Sultanum </b> (<i>Universidade Anhembi Morumbi</i>); <b>Milena Piacitelli Sanchez </b> (<i>Médica Veterinária Autônoma</i>); <b>Sérgio dos Santos Souza </b> (<i>Universidade Anhembi Morumbi</i>); <b>Kazuo Kajihara </b> (<i>Universidade Anhembi Morumbi</i>); <b><u>Paulo Vitor Bernardo Fernandes </u></b> (<i>Universidade Anhembi Morumbi</i>); <b>Vanessa Bianchi Zorzi </b> (<i>Universidade Anhembi Morumbi</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Com o avanço da tecnologia, a avaliação citológica da medula óssea tornou-se fundamental como auxílio no diagnóstico de certas enfermidades que acometem cães e gatos. O método é indicado nos casos de monitoramento terapêutico, alterações hematológicas inexplicáveis e persistentes. No estudo foram analisadas 26 amostras de cães e gatos obtidas por aspirado citológico de medula óssea, coletadas no Hospital Veterinário Anhembi Morumbi (HOVET - AM) no período de 2005 a 2007, com o objetivo de demonstrar a eficácia do método nos casos onde o diagnóstico definitivo ainda não havia sido estabelecido. As principais alterações que justificaram a indicação do mielograma foram: anemia arregenerativa, trombocitopenia, leucopenia, pancitopenia, eritrocitose, presença de blastos ou outros elementos neoplásicos no sangue periférico e hiperproteinemia. De acordo com os resultados obtidos o diagnóstico definitivo foi conclusivo em 57,7% dos casos, não fazendo necessária a utilização de um outro exame laboratorial. Porém, certas enfermidades como policitemia vera, lupus eritematoso sistêmico, insuficiência renal e anemia hemolítica imunomediada houve a necessidade da utilização de outros métodos para conclusão do diagnóstico. A citologia de medula óssea é uma opção pouco invasiva para auxiliar nos achados inespecíficos dos exames laboratoriais, promovendo um diagnóstico definitivo ou no monitoramento e instituição de protocolo terapêutico eficaz.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>