ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.1072-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>COMPARAÇÃO ENTRE OS MÉTODOS SOROLÓGICOS REAÇÃO DE IMUNOFLUORESCÊNCIA INDIRETA (RIFI) E ENSAIO IMUNOENZIMÁTICO (ELISA) NO DIAGNÓSTICO DE ERLIQUIOSE CANINA EM 55 ANIMAIS.</strong></p><p align=justify><b><u>Paulo Vitor Bernardo Fernandes </u></b> (<i>Universidade Anhembi Morumbi</i>); <b>Márcia Marques Jericó </b> (<i>Universidade Anhembi Morumbi</i>); <b>Priscila Assis Lopes </b> (<i>Universidade Anhembi Morumbi</i>); <b>Márcio Antonio Batistela Moreira </b> (<i>Universidade Anhembi Morumbi</i>); <b>Caroline Aparecida Regis Sultanum </b> (<i>Universidade Anhembi Morumbi</i>); <b>Vanessa Bianchi Zorzi </b> (<i>Universidade Anhembi Morumbi</i>); <b>Rodrigo Gonzalez </b> (<i>Universidade Anhembi Morumbi</i>); <b>Rafael Teixeira Rolan </b> (<i>Universidade Anhembi Morumbi</i>); <b>Kazuo Kajihara </b> (<i>Universidade Anhembi Morumbi</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A erliquiose canina é uma enfermidade endêmica que acomete praticamente todas as regiões do Brasil, envolve o microorganismo bacteriano Ehrlichia sp e é transmitida pelo vetor biológico Rhipicephalus sangüineus. Entre as espécies de cães naturalmente infectadas, E. canis é a mais comum e causadora da doença clínica mais grave. Formam agrupamentos intracitoplasmáticos em forma de amora, e com coloração magenta-escura ou azul-acinzentada, chamados mórulas (três a seis micrômetros). As alterações clinicopatológicas incluem: anemia, trombocitopenia, aumento da viscosidade sanguínea, neutropenia, monocitose, linfocitose, pancitopenia, hiperglobulinemia, hipoalbuminemia e proteinúria. O diagnóstico tem como base o histórico clínico, exames laboratoriais (hemograma completo, bioquímica sérica, eletroforese de proteínas); sorológicos pelas técnicas de reação de imunofluorescência indireta (RIFI), considerada  padrão-ouro , e ensaio imunoenzimático (ELISA); molecular através da técnica de reação em cadeia da polimerase (PCR) e exame direto, pela técnica de citologia aspirativa de baço, linfonodos e pulmão, esfregaço sanguíneo e cultura. O presente trabalho tem como objetivo comparar os métodos sorológicos de RIFI e ELISA no diagnóstico de erliquiose canina em cães atendidos no Hospital Veterinário Anhembi Morumbi (HOVET-AM) no período de setembro de 2002 a maio de 2008. Foram selecionados cães soronegativos testados pelo método de ELISA-IDEXX®. Consideraram-se como suspeitos, os cães nos quais foram constatados três sinais clínicos sugestivos de erliquiose, como apatia, anorexia, emaciação, letargia, sinais de depressão, febre, palidez de mucosas, ixodidiose recorrente ou sinais de distúrbio de coagulação como epistaxe, petéquias, sufusões, melena, hematúria ou hifema; e achados laboratoriais sugestivos, como trombocitopenia, leucopenia (neutropenia, linfocitose, monocitose), hiperglobulinemia ou anemia (com hematócrito inferior a 35). Posteriormente os animais suspeitos foram submetidos à RIFI para a pesquisa de anticorpos. Dos 55 animais testados pela pesquisa de anticorpos anti-Ehrlichia sp pela técnica de RIFI, tendo como resultados 31 (56%) soronegativos e 24 (44%) soropositivos. A RIFI demonstrou ser mais eficiente que ELISA pelo método do SNAP no diagnóstico de erliquiose canina, porém para sua realização devem-se ter equipamentos adequados e mão de obra especializada. A técnica de ELISA pelo SNAP apresentou menor eficácia na detecção de anticorpos anti-E.canis, entretanto maior facilidade de realização a campo e menor tempo para obtenção do resultado.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>