ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.1072-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>ALTERAÇÕES HEMATOLÓGICAS E BIOQUÍMICAS EM CÃES SOROPOSITIVOS PARA EHRLICHIA CANIS NO PERÍODO DE 2002 A 2008.</strong></p><p align=justify><b><u>Paulo Vitor Bernardo Fernandes </u></b> (<i>Universidade Anhembi Morumbi</i>); <b>Márcia Marques Jericó </b> (<i>Universidade Anhembi Morumbi</i>); <b>Priscila Assis Lopes </b> (<i>Universidade Anhembi Morumbi</i>); <b>Márcio Antonio Batistela Moreira </b> (<i>Universidade Anhembi Morumbi</i>); <b>Caroline Aparecida Regis Sultanum </b> (<i>Universidade Anhembi Morumbi</i>); <b>Vanessa Bianchi Zorzi </b> (<i>Universidade Anhembi Morumbi</i>); <b>Fabrício Lorenzini Aranha Machado </b> (<i>Universidade Anhembi Morumbi</i>); <b>Karina Lourenço Cantagallo </b> (<i>Universidade Anhembi Morumbi</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A erliquiose canina é uma enfermidade endêmica que acomete praticamente todas as regiões do Brasil, envolve o microorganismo bacteriano Ehrlichia sp e é transmitida pelo vetor biológico Rhipicephalus sangüineus. Entre as espécies de cães naturalmente infectadas, E. canis é a mais comum e causadora da doença clínica mais grave. Formam agrupamentos intracitoplasmáticos em forma de amora, e com coloração magenta-escura ou azul-acinzentada, chamados mórulas (três a seis micrômetros). As alterações clinicopatológicas incluem: anemia, trombocitopenia, aumento da viscosidade sanguínea, neutropenia, monocitose, linfocitose, pancitopenia, hiperglobulinemia, hipoalbuminemia e proteinúria. O presente trabalho tem como objetivo principal descrever as principais alterações hematológicas e bioquímicas em cães soropositivos para E. canis atendidos no Hospital Veterinário Anhembi Morumbi (HOVET-AM), no período de setembro de 2002 a maio de 2008. Foram selecionados cães (n=466) que apresentaram no mínimo três das manifestações clínicas, como mucosas pálidas, petéquia, equimose, pirexia, linfadenopatia generalizada, esplenomegalia, hepatomegalia, dispnéia, febre, letargia, corrimento ocular e nasal serosos, uveíte anterior e/ou posterior, intolerância a exercícios, pneumonite, meningoencefalite, histórico de ixodidiose, associada à no mínimo uma das alterações laboratoriais, tais como trombocitopenia, pancitopenia, leucopenia (neutropenia, linfocitose, monocitose), hiperglobulinemia ou anemia (com hematócrito inferior a 35), não havendo distinção de raça, sexo ou idade dos animais para que sejam incluídos no estudo. Realizou-se diagnóstico sorológico, pelo método de ELISA (Ensaio Imunoenzimático  método do SNAP), posteriormente foram estudas as principais alterações hematológicas e bioquímicas dos animais soropositivos. A sorologia revelou 87% (n=407) como não reagentes e 13% (n=59) como reagentes. As principais manifestações clínicas encontradas foram apatia, anorexia, letargia e febre. Finalmente, pode-se constatar trombocitopenia como a principal alteração hematológica e sugestiva da presença da enfermidade, assim como leucopenia e anemia. Em relação à série bioquímica, ressaltaram-se hipoalbuminemia, aumento sérico de ALT, FA, uréia e creatinina, demonstrando as alterações sistêmicas ocasionadas pela enfermidade. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>