ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:10.1071-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Eqüinos: Clínica, Cirurgia e Reproduçao</b><p align=justify><strong>ENFISEMA SUB-CUTÂNEO EM EQÜINO RESULTANTE DE FERIDA AXILAR - RELATO DE CASO</strong></p><p align=justify><b>Renato Silvano Pulz </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Paulo Centeno Rodrigues </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Camila Machado </b> (<i>Exército Brasileiro</i>); <b>Roberto Padilha Reis </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Lizzie Dietrich </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Thayse Lawall </b> (<i>ULBRA</i>); <b><u>Flávia Facin </u></b> (<i>ULBRA</i>); <b>Fernanda Pereira Dias </b> (<i>ULBRA</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>RESUMO O enfisema subcutâneo ocorre em eqüinos e pode ser resultante de perfuração traqueal e particularmente por feridas na pele da axila. O fenômeno é resultado do movimento do membro torácico, que promove a sucção do ar para o tecido sub-cutâneo, mas também pode ser causado por bactérias produtoras de gás ou perfurações das vias aéreas, por isto é importante o diagnóstico diferencial. Os sinais clínicos são evidentes e curiosamente alarmantes para o proprietário do animal, principalmente nos casos em que abrange grande parte do corpo. O aumento de volume e a crepitação à palpação são característicos, o que provoca uma desfiguração da região afetada, porém complicações mais sérias já foram descritas. As feridas na região da axila e o mecanismo mecânico envolvido no desenvolvimento da enfermidade são os princípios básicos aos quais será direcionado o tratamento. O tratamento envolve a administração de antibióticos sistêmicos, o manejo da ferida, profilaxia antitetânica e a contenção para evitar a movimentação. O objetivo do presente relato é proporcionar informação sobre um tipo de distúrbio pouco relatado na literatura de medicina de eqüinos, mas muito bem documentado na medicina humana, e que apresenta características alarmantes quando acomete extensa parte do corpo do eqüino. A deformação corporal e os sinais de dor demonstrados pelo animal, deixam o proprietário angustiado e preocupado em relação ao prognóstico da doença. Um eqüino foi atendido com uma ferida perfuro-cortante na região da axila e apresentou enfisema sub-cutâneo, envolvendo a face, pescoço, braço e todo o arco costal. Foi tratado com sutura temporária da ferida com auxílio de aparato plástico, além da contenção em cabresto para evitar a movimentação. Antiinflamatórios, antibióticos e profilaxia anti-tetânica também foram administrados. O enfisema regrediu em 10 dias. É fundamental que o clínico tenha o entendimento dos mecanismos e fatores envolvidos e da evolução da enfermidade, para que possa diagnosticar e tratar adequadamente. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>