ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.1071-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>SINDROME DA RESPOSTA INFLAMATÓRIA SISTÊMICA (SIRS) - REVISÃO BIBLIOGRÁFICA</strong></p><p align=justify><b><u>Franciele Marconato </u></b> (<i>ULBRA</i>); <b>Renato Silvano Pulz </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Pedro Luiz Bueno </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Lusiane Petry dos Santos </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Vivian da Rosa Ghiorzi </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Joana Fisch </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Annie Tays da Costa </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Patrícia Oliva Rosa </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Elisa Boaro </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Filipe Froes de Andrade </b> (<i>ULBRA</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>RESUMO O termo síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SIRS) é usado para denominar a reação inflamatória desencadeada pelo organismo frente a qualquer agressão infecciosa ou não infecciosa. São fenômenos em cascata, uma resposta homeostática, que elvolvem praticamente todas as células do corpo. Estímulos excessivos causam a liberação de mediadores inflamatórios na circulação, que provocam diversas alterações circulatórias e metabólicas. Este desequilíbrio resulta em disfunções e falências de órgãos importantes. A infecção pode ser a causa mais comum da SIRS, associada à ação das citocinas derivadas dos macrófagos que agem em órgãos e sistemas com receptores específicos. A SIRS pode estar relacionada com infecção, piometra, pielonefrite, prostatite, piotórax, mastite, infecção biliar, peritonite, pneumonia, abscesso, trauma, queimaduras, pancreatite ou doenças pulmonares. Ela é uma das primeiras manifestações de pacientes com sepse. Pode ser caracterizada pela presença de febre, leucocitose com neutrofilia e elevado número de células jovens. Não há um consenso sobre terapias preventivas ou tratamento das complicações advindas da SIRS. Ao se reconhecer que a hipovolemia é a principal causa da instabilidade cardiovascular e falha circulatória, é fácil compreender que o fator determinante para o sucesso do tratamento é a restauração da entrega de oxigênio aos tecidos. Assim, a oxigenioterapia e as medidas para restaurar o equilíbrio hemodinâmico são fundamentais, como o uso de vasopressores pode ser necessário para manter as pressões de perfusão sistêmica. O uso de antiinflamatórios devem ser usados na tentativa de inibir a produção de prostaglandinas. Porém a despeito do tratamento a síndrome se desenvolve e apresenta uma taxa de mortalidade elevada. São complicações comuns o desenvolvimento da insuficiência renal aguda, da síndrome da angústia respiratória do adulto, de distúrbios de coagulação vascular, e por fim da síndrome de disfunção múltipla de órgãos. Este trabalho tem por objetivo fazer uma revisão sobre um assunto pouco explorado na medicina veterinária, e assim proporcionar um melhor entendimento da doença, pois o sucesso do tratamento depende diretamente do reconhecimento, diagnóstico precoce e do tratamento adequado pelo tempo devido. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>