ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:07.1068-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Animais Silvestres e de Cativeiro: Clínica, Cirurgia, Nutrição e Manejo</b><p align=justify><strong>ESTUDO ANATÔMICO DOS OSSÍCULOS DA ESCLERA DE AVES DE DIFERENTES ORDENS</strong></p><p align=justify><b>Lucélia Gonçalves Vieira </b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>); <b>Fabiano Campos Lima </b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>); <b>André Luiz Quagliatto Santos </b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>); <b>Betania Carvalho Lima </b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>); <b><u>Dayane Olímpia Gomes </u></b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A esclera é a bainha mais externa do olho, a presença de um anel esclerótico com uma série de placas ósseas propicia uma proteção contra pressão. Em aves, esses ossículos permitem que o animal ajuste a forma da córnea para modificar seu poder de focalização. Esses ossículos diferem em sua morfologia, desenvolvimento e posição dentro de diferentes grupos de vertebrados. Assim, Este trabalho tem por objetivo investigar o número, a forma e a disposição dos ossículos da esclera em aves de diferentes ordens. Para tal, foram utilizadas 39 aves de 18 espécies, que vieram a óbito por causas que não afetassem os olhos. De cada animal removeram-se os globos oculares, que foram submetidos à técnica de diafanização e coloração dos ossos. Apurou-se que os ossículos da esclera, nessas aves, possuem forma quadrangular, variam de 9 a 16 e ocupam posição fixa próximos à borda anterior da esclera. A coruja buraqueira apresentou 15,2 ± 0,44 ossículos nos olhos direito e esquerdo; o tucano-toco 13 ± 0,42; caracará 14,5 ± 0,70; ema 15,33 ± 0,57; suindara, quero-quero, urutau pardo 15 ossículos em cada olho; o periquito maracanã, periquito estrela e periquito de encontro amarelo 12 ossículos em cada olho; o pinguim de magalhães e a seriema 13 ossículos em cada olho; saracura, pássaro preto e bem-te-vi 14 ossículos em cada olho; o martim pescador apresenta 13 ossículos no olho direito e 12 no olho esquerdo; curicaca 15 e o beija-flor tesoura 9 ossículos, sendo que estes não formaram um anel completo. Palavras-chave: Placas ósseas, Globo ocular, Alizarina, Aves. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>