ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:04.1063-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Microbiologia</b><p align=justify><strong>DETERMINAÇÃO DO ÍNDICE DE COLIFORMES FECAIS NA ÁGUA DAS PRAIAS PERTENCENTES ÀS COMUNIDADES DE ALAGAMAR, BARRA E PERNAMBUQUINHO NO MUNICÍPIO DE GROSSOS  RN.</strong></p><p align=justify><b>Carlos Cleser de Oliveira Freitas </b> (<i>UFERSA</i>); <b>Francisco Marlon Carneiro Feijo </b> (<i>UFERSA</i>); <b>Nilza Dutra Alves </b> (<i>ufersa.</i>); <b>Celicina Borges Azevedo </b> (<i>ufersa</i>); <b><u>Larissa Medeiros de Lima </u></b> (<i>UFERSA</i>); <b>Raimundo Neilson de Lima Amorim </b> (<i>UFERSA</i>); <b>Romeika Herminia M. A. Pereira </b> (<i>UFERSA</i>); <b>Renato Otaviano Rego </b> (<i>UFERSA</i>); <b>Mychel Raony P.t.morais </b> (<i>UFERSA</i>); <b>Eudmar Marcolino de Assis Junior </b> (<i>UFERSA</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A vigilância ambiental em saúde pública utiliza, como indicadores da contaminação, os coliformes totais e coliformes fecais (termotolerantes), quantificados através do teste do numero mais provável (NMP) em 100 mL de água. De acordo com a organização mundial de saúde (OMS), a água não deve ultrapassar 1000 coliformes em 100 ml. Objetivou-se neste trabalho avaliar os índices de coliformes (totais e fecais) e isolar Escherichia coli da água das praias de Alagamar, Barra e Pernambuquinho pertencentes ao município de Grossos RN. De Novembro/2007 a Junho/2008, foram coletadas 24 amostras de água, nas três praias para realização das análises microbiológicas seguindo procedimentos internacionais. Os valores para coliformes totais obtidos se encontraram entre 3,0 e 48 NMP/ml, para coliformes termotolerantes os valores foram entre  0 e 38 NMP/Ml.. Os tubos positivos para coliformes termotolerantes foram semeados em tubos contendo caldo triptona e incubados em banho-maria por 24 horas onde adicionou-se o reativo de KOVACS para verificar a presença de Escherichia coli através da prova do indol, embora de acordo com a metodologia empregada não houve em nenhuma das análises reação positiva para a presença de E. coli. Concluiu-se que a água, sob o ponto de vista bacteriológico, está de acordo com a legislação vigente.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>