ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:08.1056-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Sanidade Animal e Políticas Sanitárias</b><p align=justify><strong>CLONAGEM E EXPRESSÃO DO GENE DA TOXINA ÉPSILON DE CLOSTRIDIUM PERFRINGENS TIPO D E SUA APLICAÇÃO NA IMUNIZAÇÃO DE ANIMAIS</strong></p><p align=justify><b>Andrea Márcia de Souza </b> (<i>Universidade Presidente Antônio Carlos</i>); <b><u>Francisco Carlos Faria Lobato </u></b> (<i>Escola de Veterinária da UFMG</i>); <b>Evanguedes Kalapotkakis </b> (<i>ICB - UFMG</i>); <b>Felipe Masiero Salvarani </b> (<i>Escola de Veterinária da UFMG</i>); <b>Catarina Guimarães Rocha Dourado Lima </b> (<i>Escola de Veterinária da UFMG</i>); <b>Rodrigo Otávio Silveira Silva </b> (<i>Escola de Veterinária da UFMG</i>); <b>Prhiscylla Sadanã Pires </b> (<i>Escola de Veterinária da UFMG</i>); <b>Thais Melo Mendes </b> (<i>ICB-UFMG</i>); <b>Ronnie Antunes de Assis </b> (<i>LANAGRO/MG</i>); <b>Maurício Baltazar Carvalho Filho </b> (<i>LANAGRO/MG</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A toxina épsilon é produzida pelo Clostridium perfringens tipos B ou D, sendo responsável pela enterotoxemia em ovinos, caprinos e bovinos. A doença é de caráter agudo ou super agudo, causando morte súbita e grandes perdas econômicas. A evolução da doença dificulta qualquer medida terapêutica, e o processo pode ser prevenido através de imunizações com vacinas comprovadamente eficientes. O gene etx, que codifica a toxina épsilon, foi clonado no plasmídeo TOPO TA e subclonado em pET-11a, utilizando a linhagem de Escherichia coli BL21 (DE3), para a expressão do gene da toxina épsilon de C. perfringens tipo D. A toxina épsilon recombinante foi expressa, principalmente, na forma insolúvel, retida em corpos de inclusão, e, a dosagem, realizada por SDS-PAGE comparativamente com quantidades conhecidas de BSA, foi estimada em 10 mg/mL, com título em camundongo (M. musculus) de 25 x 102 DL50/mL. Os resultados foram confirmados pelo teste de soroproteção e soroneutralização cruzada em camundongos (M. musculus). Coelhos foram imunizados com 200, 100 e 50 &#956;g da fração insolúvel da proteína recombinante, para o teste de potência, utilizando suspensão de hidróxido de alumínio como adjuvante, obtendo títulos de 40, 30 e 10 UI/mL, respectivamente. Esses valores foram superiores aos níveis de 5 UI/mL, exigido pela Farmacopéia Européia (1998), e, 2 UI/mL, exigido pelo Code of Federal Regulation/USA. A toxina épsilon recombinante produzida neste trabalho mostrou-se uma forte candidata para a produção de uma vacina contra enterotoxemia causada pela toxina épsilon de C. perfringens tipo D.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>