ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:08.1056-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Sanidade Animal e Políticas Sanitárias</b><p align=justify><strong>BOTULISMO TIPO C EM AVES EM MINAS GERAIS, BRASIL</strong></p><p align=justify><b><u>Francisco Carlos Faria Lobato </u></b> (<i>Escola de Veterinária da UFMG</i>); <b>Felipe Masiero Salvarani </b> (<i>Escola de Veterinária da UFMG</i>); <b>Rodrigo Otávio Silveira Silva </b> (<i>Escola de Veterinária da UFMG</i>); <b>Catarina Guimarães Rocha Dourado Lima </b> (<i>Escola de Veterinária da UFMG</i>); <b>Prhiscylla Sadanã Pires </b> (<i>Escola de Veterinária da UFMG</i>); <b>Ronnie Antunes de Assis </b> (<i>LANAGRO/MG</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O botulismo é uma intoxicação causada pela ingestão das toxinas produzidas pelo Clostridium botulinum, que acomete mamíferos e aves e é caracterizado por um quadro de paralisia flácida. ). O período de incubação da doença varia desde algumas horas até dois dias após a ingestão da toxina, enquanto a gravidade e a duração dos sinais clínicos dependem da quantidade de toxina ingerida. Neste trabalho, são descritos dois casos de botulismo em aves, ocorridos na região metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais. Primeiro, envolvendo um ganso e o segundo caso ocorreu em uma criação de subsistência de perus. Todos os animais apresentavam desde uma leve incoordenação motora até uma paralisia flácida total. Os animais forma encaminhados ao Laboratório de Doenças das Aves da Escola de Veterinária da UFMG, onde foi colhido soro do ganso e de dois perus, todos em estado agônico, e enviado ao setor de clostridiose do LANAGRO/MG para detecção da toxina botulínica. Em ambos os casos, não foram observadas alterações significativas no exame post-mortem e, na necropsia dos perus, foi possível observar a presença de larvas de mosca no inglúvio das aves. Nos soros colhidos, foi possível identificar a toxina botulínica tipo C pelo teste de soroneutralização em camundongos.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>