ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.1043-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>USO DE LENTE DE CONTATO TERAPÊUTICA APÓS CERATECTOMIA LAMELAR EM SEQÜESTRO CORNEANO EM UM FELINO  RELATO DE CASO</strong></p><p align=justify><b><u>Ana Carolina da Veiga Rodarte de Almeida </u></b> (<i>Universidade federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>João Antonio Tadeu Pigatto </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Luciane de Albuquerque </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Fabiana Quartiero Pereira </b> (<i>Universidade federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Cláudia Skilhan Faganello </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>César Dias Freire </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O seqüestro de córnea é uma ceratopatia considerada condição comum em felinos, caracterizada pela degeneração do colágeno com acúmulo de pigmento amarronzado, e posterior necrose corneana. A etiologia do seqüestro de córnea ainda é incerta. Acredita-se ser uma resposta corneana a diversos fatores predisponentes dentre eles, as alterações palpebrais, bem como, alterações do filme lacrimal pré-corneano (FLPC) a lagoftalmia e infecções virais por herpesvirus. Os principais sinais clínicos encontrados são o blefarospasmo, epífora, placa necrótica de cor marrom-escura ou preta, úlcera de córnea, juntamente com edema de córnea, neovascularização corneana, despigmentação corneana. O tratamento de melhor eficácia é o cirúrgico, sendo indicada a ceratectomia lamelar, associada a diferentes técnicas de proteção corneana, como a utilização de lentes de contato terapêutica. Foi encaminhado ao Serviço de Oftalmologia Veterinária do Hospital de Clínicas Veterinárias da Universidade Federal do Rio Grande do Sul um felino, exótico, macho, 5 anos, apresentando uma placa necrótica no centro da córnea do olho esquerdo. O paciente foi submetido ao tratamento cirúrgico de ceratectomia lamelar, com utilização de lente de contato terapêutica no pós-operatório. Observou-se mínimo desconforto ocular e cicatrização corneana em 15 dias. Conclui-se que a lente de contato terapêutica é uma opção eficaz para proteção corneana após ceratectomia lamelar.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>