ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:03.1042-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Ruminantes e Camelídeos Sul-Americanos: Produção, Reprodução, Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>O EMPREGO DE PROGESTÁGENO EM UM PERÍODO CURTO DE APLICAÇAO NA SINCRONIZAÇÃO DE ESTRO OVINO</strong></p><p align=justify><b><u>Rafael Augusto Böer </u></b> (<i>UNOESC</i>); <b>Fabiano Balistieri </b> (<i>UNOESC</i>); <b>Dauber Bressan </b> (<i>UNOESC</i>); <b>Marcelo Cecin </b> (<i>UFSM</i>); <b>Ricardo Rocha </b> (<i>UNOESC</i>); <b>Marcus Carneiro </b> (<i>UNOESC</i>); <b>José Francisco Manta Bragança </b> (<i>UNOESC</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A sincronização do estro na espécie ovina visando à otimização do manejo é de grande interesse e fundamental na implantação da inseminação artificial. Nesse sentido, a progesterona e/ou os progestágenos são os fármacos de escolha para esta finalidade. Inicialmente, empregados por períodos de 12 a 14 dias resultam em uma alta percentagem de fêmeas manifestando estro, porém, com baixa fertilidade quando comparado ao estro natural. Na atualidade, com o conhecimento da dinâmica do crescimento folicular na espécie a partir do uso de ultra-som, passam a ser preconizados tratamentos curtos com progestágenos (6 dias) procurando com isso, melhorar os níveis de fertilidade. Assim, o objetivo do presente experimento foi o de avaliar o desempenho de um programa hormonal de curta duração (6 dias) com acetato de medroxi progesterona (MAP) frente a um programa de 12 dias. Os dois programas associam ainda, um análogo de prostaglandina e a gonadotrofina coriônica eqüina (eCG) na retirada do MAP. Para tanto, utilizaram-se 99 fêmeas da raça Ideal e suas cruzas (Texel) as quais, após terem seu peso e condição corporal avaliados, foram divididas em dois grupos: grupo controle, denominado MAP12 (n= 50) e o grupo experimental, denominado MAP6 (n= 49). As fêmeas do grupo MAP12 receberam, ao início do experimento (dia 0), um pessário vaginal com 60 mg de MAP por 12 dias. Na retirada do pessário, foi aplicado uma dose de 0,125 mg de Cloprostenol sódico via submucosa vulvar e 250 UI de eCG via intramuscular (IM). As fêmeas do grupo MAP6, entretanto, receberam o mesmo tratamento do grupo controle, diferindo apenas, no tempo de exposição ao progestágeno, que foi de 6 dias. Após a retirada dos pessários as fêmeas tiveram seus estros controlados com o auxílio de machos vasectomizados durante 5 dias e inseminadas 12 h após a manifestação dos mesmos. No presente experimento foi observado, percentuais de estro de 74,4% e 69,4% e de concepção de 81% e 79,4% nos grupos controle e experimental respectivamente os quais, não diferiram estatisticamente. Conclui-se que o programa proposto com duração de seis dias associando MAP a um análogo de prostaglandina e eCG, foi eficaz na sincronização de estro em ovelhas durante a estação reprodutiva. Palavras chaves: Ovino; Estro; Inseminação artificial; MAP. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>