ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:01.1028-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Bovinos e Bubalinos: Produção, Reprodução, Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>COMPOSTO DE QUITOSANA A 3% NA CORREÇÃO CIRÚRGICA DO DESVIO PENIANO EM TOUROS: ASPECTOS CLÍNICOS E HISTOLÓGICOS</strong></p><p align=justify><b>Rogério Elias Rabelo </b> (<i>UFG</i>); <b>Luiz Antonio Franco da Silva </b> (<i>UFG</i>); <b>Angela Maria Moraes </b> (<i>UNICAMP</i>); <b>Caroline Rocha de Oliveira Lima </b> (<i>UFG</i>); <b><u>Camila França de Paula Orlando </u></b> (<i>UFG</i>); <b>Daniel Silva Goulart </b> (<i>UFG</i>); <b>Silvia Letícia Monteiro Junqueira </b> (<i>UFG</i>); <b>Cássia Maria Molinaro Coelho </b> (<i>UFG</i>); <b>Luiz Augusto Batista Brito </b> (<i>UFG</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Desvios penianos podem ser tratados cirurgicamente, tendo como alternativa a utilização de implantes, como forma de fortalecer ou substituir o ligamento apical. Todavia, poucas informações são relatadas sobre o comportamento clínico e histológico dos tecidos após o emprego dos implante neste segmento anatômico. Objetivou-se com esse estudo avaliar aspectos clínicos e histológicos do pênis de bovinos após o implante da membrana de quitosana a 3% visando corrigir desvio peniano induzido. Foram empregados 14 animais distribuídos em dois grupos contendo sete bovinos cada (G1 e G2). Os bovinos do G1 receberam membrana de quitosana a 3% e em G2 não foi utilizado implante, sendo efetuado somente a escarificação da albugínea peniana. Clinicamente, notou-se nos bovinos de G1 processo inflamatório discreto, sendo considerado mais grave em apenas um animal. Em geral, a avaliação microscópica da túnica albugínea dos bovinos de G1 revelou presença de um infiltrado inflamatório crônico discreto em seis (85,71%) bovinos, sendo que apenas em um (14,29%), não se evidenciou presença de reação inflamatória no local. Fibroblastos, colágeno, eosinófilos e a ausência de fragmentos do implante, foram achados comuns nas lâminas avaliadas desse grupo. Em G2 a cicatrização mostrou-se efetiva em todos os animais. A membrana de quitosana a 3% mostrou ser pouco agressiva ao tecido tendo em vista as avaliações clínicas e histológicas, porém não corrigiu o desvio peniano.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>