ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:13.1027-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Saúde Publica e Controle de Zoonoses / Fiscalização Sanitária e Ambiental</b><p align=justify><strong>ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS DA RAIVA NO HOSPITAL VETERINÁRIO DE GRANDES ANIMAIS DA UFG NO PERÍODO DE JANEIRO DE 2006 A AGOSTO DE 2008</strong></p><p align=justify><b>Thiago Vilar Silva </b> (<i>Universidade Federal de Goias</i>); <b>Fernando Augusto Fernandes Correa </b> (<i>Universidade Federal de Goias</i>); <b><u>Janaina Costa Feistel </u></b> (<i>Universidade Federal de Goias</i>); <b>Renata Silva do Prado </b> (<i>Universidade Federal de Goias</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A raiva é uma enfermidade cosmopolita, sendo uma das zoonoses mais importantes do mundo, acometendo todos os mamíferos. Tem como agente etiológico um vírus da famíliia Rhabdovidae, gênero Lyssavírus. Estima-se que a raiva bovina na América Latina cause prejuízos anuais de centena de milhões de dólares, provocado pela morte de milhares de cabeças, além dos gastos indiretos que podem ocorrer com a vacinação de milhões de bovinos e inúmeros tratamentos pós-exposição (sorovacinação) de pessoas que mantiveram contato com animais suspeitos. Segundo trabalhos recentemente publicados, o diagnóstico da doença tem aumentado de forma considerável em bovinos, eqüinos e quirópteros no estado de Goiás, tendo uma positividade de 67,5% no ano de 2001 para as amostras enviadas ao laboratório da AGRODEFESA/LABVET. Durante o período de janeiro de 2006 a agosto de 2008 foram atendidos 254 animais no hospital veterinário (HV) da Universidade Federal de Goiás (UFG), sendo que o diagnostico de raiva foi confirmado em três deles, representando 1,18% dos atendimentos. Os animais com sintomatologia nervosa eram eutanasiados ou esparava-se o seu óbito, sendo posteriormente encaminhado ao setor de anatomia patológica, para a realização da necropsia e coleta de material. As amostras de conteúdo encefálico (hipocampo, tronco cerebral, tálamo, córtex, cerebelo e medula oblonga) foram coletadas e enviadas ao laboratório LABVET/AGRODEFESA para o diagnóstico através da realização de imunofluorescência direta ou inoculação intracerebral em camundongos.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>