ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:05.1023-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Parasitologia</b><p align=justify><strong>COMPARAÇÃO DA EFICIÊNCIA DO GLICEROL E 1,2 PROPANEDIOL COMO CRIOPROTETORES PARA TRYPANOSOMA EVANSI</strong></p><p align=justify><b><u>Daniel Pereira Duarte </u></b> (<i>UDESC</i>); <b>Kaio César Simiano Tavares </b> (<i>UDESC</i>); <b>Bruna Bristot Colombo </b> (<i>UDESC</i>); <b>Larissa Kaori Oide Komati </b> (<i>UDESC</i>); <b>Luisa Lemos Vieira </b> (<i>UDESC</i>); <b>Luiz Claudio Miletti </b> (<i>UDESC</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>1. Objetivos: O Trypanosoma evansi é um protozoário digenético da seção salivaria, agente etiológico da doença conhecida como mal das cadeiras ou surra em eqüinos. Há uma grande discussão sobre a representividade das cepas mantidas em laboratório, pois aparentemente há uma adaptação do parasito ao seu hospedeiro, o que pode alterar as características do protozoário. Assim a criopreservação do parasito logo após seu isolamento no campo aparece como uma alternativa viável. Entretanto, os métodos de criopreservação foram desenvolvidos há vários anos e podem implicar em danos ao protozoário dependendo do crioprotetor. O 1,2-propanediol é amplamente utilizado em criopreservação de células, mas não há descrição do seu uso com parasitos. O objetivo deste trabalho foi comparar o comportamento do Trypanosoma evansi em camundongos (Mus musculus) após a inoculação de doses criopreservadas com diferentes crioprotetores, glicerol e 1,2-propanediol. 2. Material e Métodos: 5 mL de sangue contendo 10 9 tripomastigotas/mL foram distribuídos igualmente em 10 criotubos com 10% de crioprotetor, cinco com glicerol e cinco com 1,2-propanediol. As amostras foram submetidas ao vapor de nitrogênio líquido a uma distância de dez centímetros por cinco minutos e após mergulhadas no mesmo a -196ºC. Ao mesmo tempo 2 animais foram inoculados com 10 4 tripomastigotas totais da mesma origem dos congelados, formando o Grupo Controle (GC). Após 60 horas, as amostras congeladas foram reaquecidas a 37ºC por cinco minutos e imediatamente inoculadas em 10 camundongos formando dois grupos, sendo um com cinco animais que receberam os parasitos criopreservados com glicerol (GG) e outros cinco animais que receberam os parasitos criopreservados com 1,2-propanediol (GP). Os animais foram avaliados por 15 dias quanto ao período pré-patente, pico de parasitemia e longevidade através de esfregaços sanguíneos periféricos a cada 12 horas. Realizou-se a análise estatística dos dados por meio da análise de variância (ANOVA), seguida do teste de Tukey para comparação entre as médias. 3. Resultados e Discussão: Não houve variação estatística entre os grupos GG e GP nos parâmetros propostos (Tabela 1) portanto, não há diferenças entre a utilização de glicerol e 1,2-propanediol na criopreservação de Trypanosoma evansi. Entretanto observou-se que devido a menor viscosidade, o 1,2-propanediol é de mais fácil manipulação, permitindo uma maior eficiência na realização das re-infecções utilizando amostras congeladas. Outros crioprotetores não utilizados normalmente para a criopreservação de parasitos estão sendo avaliados. 4. Conclusão: Não há diferença significativa no uso dos crioprotetores utilizados, mas observou-se que a fluidez do 1,2-propanediol o torna de mais simples manuseio. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>