ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:05.1014-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Parasitologia</b><p align=justify><strong>OCORRÊNCIA DE PROSTHENORCHIS ELEGANS (DIESING, 1861) TRAVASSOS, 1915 EM LEONTOPITHECUS CHRYSOMELAS (MICO-LEÃO-DE-CARA-DOURADA) NA RESERVA BIOLÓGICA (REBIO), DE UNA - BA</strong></p><p align=justify><b><u>Jaqueline Maria da Silva Pinto </u></b> (<i>UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ</i>); <b>Lílian Silva Catenacci </b> (<i>IESB</i>); <b>Adriana Castaldo Colosio </b> (<i>IESB/UESC</i>); <b>Myriam Kristel de Vleeschouwer </b> (<i>Centro de Pesquisa e Conservação da Sociedade de Zoológico da Antuérpia, Bélgica/IESB</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Em um mico-leão-de-cara-dourada, encontrado morto na natureza foi realizada uma necrópsia onde se constatou a presença de parasitos pertencentes ao gênero Prosthenorchis. O primata pertencia a um grupo de Leontopithecus chrysomelas residentes na Reserva Biológica de Una (REBIO), localizada ao sul do Estado da Bahia (15°10 S, 39°03 W), distante 58 km de Ilhéus. Este grupo de mico-leão-de-cara-dourada era monitorado para estudos comportamentais, com o auxílio de radiotelemetria. Durante o procedimento da necropsia, encontraram-se 12 parasitas intestinais, que foram identificados posteriormente, como Prosthenorchis elegans (Diesing, 1861) Travassos, 1915. Com o auxílio do microscópio, baseando-se na morfologia da probóscida (tromba), composta por 42 acúleos (espinhos), organizados em seis séries, portando cada uma sete ganchos, foi determinada a espécie do parasito. Os acantocéfalos encontrados foram mensurados e classificados pela morfologia como sendo cinco fêmeas, com tamanho de 1,8 a 3,3 cm e sete machos com 1,8 a 2,7 cm. Na oportunidade coletaram-se amostras fecais, diretamente do reto, durante a realização da necropsia. As fezes coletadas do primata durante a captura realizada no mês anterior ao óbito, também foram examinadas através do Método de Concentração pelo Formol-Éter (técnica de Ritchie). Este trabalho teve como objetivo relatar a ocorrência de P. elegans em um mico-leão-de-cara-dourada e destacar a importância da realização de mais estudos sobre a fauna parasitária que pode causar morbidade e mortalidade em uma espécie de primata ameaçada de extinção. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>