ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:03.1013-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Ruminantes e Camelídeos Sul-Americanos: Produção, Reprodução, Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>PERFIL SANITÁRIO DOS REBANHOS CAPRINOS E OVINOS NO SERTÃO DE PERNAMBUCANO</strong></p><p align=justify><b>Sylvana Pontual de Alencar </b> (<i>UFRPE</i>); <b>Rinaldo Aparecido Mota </b> (<i>UFRPE</i>); <b>Maria Cristina de Oliveira Cardoso Coelho </b> (<i>UFRPE</i>); <b><u>Sergio Alves do Nascimento </u></b> (<i>UFRPE</i>); <b>Silvio Romero Oliveira de Abreu </b> (<i>SESMAC</i>); <b>Roberto Soares de Castro </b> (<i>UFRPE</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Objetivou-se descrever o perfil sanitário da caprinovinocultura do sertão de Pernambuco. Foram visitados 150 propriedades localizadas nas mesorregiões Sertão Pernambucano e São Francisco Pernambucano. Foram descritas as características das instalações, práticas sanitárias e os achados clínicos mais freqüentes em caprinos e ovinos. Os resultados mostraram que predominam as instalações com piso de terra batida (74,8%) e descobertas (61,7%); o quarentenário, a área de isolamento e a esterqueira estavam presentes em poucas propriedades; os reservatórios de água eram abertos (83%) e em apenas 3,4% das propriedades a água era tratada; o registro das ocorrências dos rebanhos era realizado por apenas 26% dos produtores e 47,6% tratavam o umbigo dos recém-nascidos com iodo; 31,8% dos proprietários davam destino adequado às carcaças dos animais mortos; a higiene diária das instalações era realizada em apenas 14% das propriedades e a desinfecção em 16,9%; a vermifugação foi a prática mais difundida (88,2%), vindo em seguida a vacinação (69,2%); apenas 6,2% dos produtores dispunham de assistência técnica contínua. Os principais achados clínicos foram abscessos cutâneos, diarréia, miíase, aborto, lesões no olho, lesões na glândula mamária, anemia, edema submandibular, lesões nos lábios, catarro nasal, defeitos congênitos, piolho, tosse, retenção da placenta, mortes súbitas, lesões no casco e claudicação, lesões na pele e coceira, secreção vaginal purulenta e lesões do umbigo. Conclui-se que a caprinovinocultura do sertão de Pernambuco é desenvolvida em instalações inadequadas, o manejo sanitário é deficiente e as tecnologias disponíveis são pouco utilizadas, impossibilitando a prevenção e controle de doenças, principalmente as de origem infecciosa e parasitária. PALAVRAS CHAVE: saúde animal, manejo sanitário, epidemiologia, semi-árido, Brasil. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>