ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.999-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>EXPRESSÃO DE MARCADORES MIOEPITELIAIS EM NEOPLASMAS MAMÁRIAS MALIGNAS DE FÊMEAS CANINAS</strong></p><p align=justify><b><u>Adriana Costa da Motta </u></b> (<i>Universidade de Passo Fundo</i>); <b>Gisele Moraes </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Neiva Copetti </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Maria Isabel Albano Edelweiss </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>As neoplasmas mamárias caninas exibem com alta freqüência proliferação de células mioepiteliais. Neoplasmas mistas da mama canina tem sido associadas com uma origem mioepitelial. A expressão imunoistoquímica da p63 como marcador mioepitelial tem sido usada para demonstrar a presença de células mioepiteliais para determinar seu papel na histogênese das neoplasmas mamárias. As células mioepiteliais podem sofrer metaplasia cartilaginosa ou óssea, que é acompanhada por alterações moleculares que incluem a perda da expressão de citoqueratinas, de a actina músculo liso e da p63 e aumento da expressão de vimentina adquirindo um fenótipo mesenquimal. O presente trabalho tem como objetivo relatar a expressão de marcadores mioepiteliais em neoplasmas mamárias malignas de fêmeas caninas diagnosticadas no Laboratório de Patologia Animal da Universidade de Passo Fundo (UPF), RS. As neoplasmas foram obtidas de quatro fêmeas caninas oriundas de mastectomias e de exéreses de nódulos mamários realizados no HV da UPF. Foi realizado exame imunoistoquímico utilizando os anticorpos monoclonais: p63, CK5, a actina músculo liso e vimentina empregando-se a técnica de streptavidina-biotina. As neoplasmas consistiram de dois carcinomas tubulares complexos, um destes com metaplasia escamosa e metástase nos linfonodos mamários, carcinoma sólido complexo e de carcinossarcoma. No carcinoma tubular complexo que apresentava metaplasia escamosa e metástase, as células mioepiteliais foram fortemente marcadas (3+) para p63 e para CK5, bem como as áreas de metaplasia escamosa, e 2+ para a actina. Enquanto as células intersticiais fusiformes foram fracamente marcadas (1+) para p63, 3+ para CK5 e 2+ para a actina. As células mioepiteliais de áreas benignas apresentaram moderada marcação contínua para a actina. No outro carcinoma tubular complexo, as células mioepiteliais foram 2+ para p63, CK5 e a actina, que apresentou marcação contínua indicando área benigna. As células intersticiais fusiformes foram 1+ para p63 e não apresentaram marcação para CK5. No carcinoma sólido complexo, nas células mioepiteliais, a expressão de p63, CK5 e vimentina foi de 3+. Em células mioepiteliais malignas e benignas, a expressão de a actina foi, também, de 3+. Nas células intersticiais fusiformes a expressão foi de 3+ para CK5 e de 1+ para p63. No carcinossarcoma, as células mioepiteliais foram 2+ para p63, CK5 e para a actina, que apresentou marcação contínua indicando área benigna. Em áreas malignas a marcação de a actina foi de 1+ ou ausente. As células intersticiais fusiformes foram 2+ para CK5 e não expressaram p63 e a actina. O componente sarcomatoso não expressou p63, CK5 e a actina. Em todos os casos as células mioepiteliais expressaram vimentina reforçando sua utilização como marcador de células mioepiteliais. Os achados indicam forte relação entre a expressão de p63 e de CK5 nas células mioepiteliais corroborando com os achados de estudos realizados anteriormente. Entretanto, CK5 pode não representar um marcador exclusivo de células mioepiteliais. A avaliação da expressão destes marcadores pode levar ao entendimento da histogênese mioepitelial, além de contribuir para obtenção de diagnósticos mais criteriosos. Estudos adicionais são necessários para avaliar essa hipótese e validar seu uso em neoplasmas mamárias de fêmeas caninas.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>