ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:13.929-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Saúde Publica e Controle de Zoonoses / Fiscalização Sanitária e Ambiental</b><p align=justify><strong>VIGILÂNCIA DE EPIZOOTIA COMO COMPONENTE DA FEBRE AMARELA NO ESTADO DO MATO GROSSO DO SUL</strong></p><p align=justify><b>Paulo Mira Batista </b> (<i>Secretaria de Estado de Saúde</i>); <b><u>Gislaine Coelho Brandão </u></b> (<i>Secretaria de Estado de Saúde</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>VIGILÂNCIA DE EPIZOOTIA COMO COMPONENTE DA VIGILÂNCIA DA FEBRE AMARELA NO ESTADO DO MATO GROSSO DO SUL. INTRODUÇÃO.A FA apresenta dois ciclos epidemiologicamente distintos, a febre amarela silvestre (FAS) e a febre amarela urbana (FAU).Em geral, apresenta-se sob a forma de surtos com intervalos de 5 a 7 anos, alternados por períodos com menor número de registros. Na população humana, o aparecimento de casos é precedido de epizootias.A febre amarela silvestre é uma zoonose e, como tal, impossível de ser erradicado.A doença ocorre com maior freqüência entre os meses de janeiro a abril, quando fatores ambientais propiciam o aumento da densidade vetorial.Na forma silvestre os mosquitos do gênero Haemagogus (H. janthinomys e H. albomaculants) e os do gênero Sabethes são os mais importantes na América Latina. Na FAS os primatas não humanos (macacos) são os principais hospedeiros do vírus amarílico, sendo o homem um hospedeiro acidental quando este penetra em ambientes silvestres.Em Mato Grosso do Sul, casos humanos de FAS foram relatados desde 1991, onde houve a confirmação de 6 (seis) casos da doença. Em 1992, houve a confirmação de 8 (oito) casos.Ainda segundo dados do Ministério da Saúde, do período de 2006 a 2008, foram confirmados nove casos de FAS.Casos de Epizootia também foram notificados e confirmados desde 2000.Em 2008, ocorreram a confirmação de epizootias em quatro municípios.OBJETIVO Relatar os trabalhos de vigilância de epizootia no município de Anastácio, correlacionado aos casos de Febre Amarela Silvestre ocorrida no ano de 2008 em Mato Grosso do Sul.MATERIAIS E MÉTODOS.Os trabalhos de vigilância de epizootia foram realizados em janeiro de 2002 pelos serviços de epidemiologia e entomologia da secretaria de Estado de Saúde em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde do município de Anastácio.Durante o período de captura de vetores da Febre Amarela Silvestre, na localidade pesquisada, foi observado a presença de um Primata moribundo que em seguida veio a óbito. Foi coletado 10 (dez) ml de sangue direto do coração, usando seringa e agulha compatível com o porte do animal e, em seguida realizou-se a necrópsia, a campo, do animal morto.RESULTADOS E DISCUSSÕES.Durante o período de estudo foi detectado a presença dos gêneros de Haemagogus sp e Sabethes sp, vetores responsáveis da forma silvestre da doença em área endêmica. Também foram capturadas outras espécies de Culicídeos que podem estar associados com a transmissão da Febre Amarela Silvestre e outras arboviroses.O material biológico foi enviado ao Instituto Evandro Chagas(IEC), no Pará, laboratório de referência para FA, para pesquisa de vírus e identificação das espécies vetoras coletadas. Foram utilizados 3 (três) técnicas laboratoriais para esta pesquisa. Pela técnica de inoclulação em camundongos recém-nascidos, as amostras de soro foram positivas para febre amarela. Já pela pesquisa de genoma do vírus da FA, pela téncnica de (RT-PCR), todas as amostras foram negativas. A presquisa de vírus, pela técnica de inoculação em células VERO, as amostras de fígado, baço, cérebro e, uma amostra de soro, foram positivas para FA. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>