ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:13.929-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Saúde Publica e Controle de Zoonoses / Fiscalização Sanitária e Ambiental</b><p align=justify><strong>PLANO DE INTENSIFICAÇÃO DAS AÇÕES DE CONTROLE DA LEISHMANIOSE VISCERAL EM MATO GROSSO DO SUL</strong></p><p align=justify><b>Paulo Mira Batista </b> (<i>Secretaria de Estado de Saúde</i>); <b><u>Gislaine Coelho Brandão </u></b> (<i>Secretaria de Estado de Saúde</i>); <b>Paulo Silva de Almeida </b> (<i>Secretaria de Estado de Saúde</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>INTRODUÇÃO.Dados da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul (SES/MS) demonstram que há 1.646 casos humanos de 2000 a julho de 2008 e 155 óbitos no mesmo período.Dos casos confirmados, 64,37 % ocorreram em pessoas do sexo masculino. Dados do SINAN, no período de 2001 a 2007, demonstra que a faixa etária mais acometida por LV, foi entre 1 a 4 anos que corresponde a 32 % dos casos confirmados e que as faixas etárias adultas concentram o maior número de óbitos, pela dificuldade em tratar esses pacientes.OBJETIVOS.Reduzir a morbidade e letalidade da doença em áreas de transmissão no estado de Mato Grosso do Sul.Fortalecer os serviços municipais de vigilância e controle da LV.Intensificar e padronizar as ações de vigilância e controle da LV nos municípios prioritários. Fortalecer a integração das ações de vigilância, laboratório, entomológica e de assistência.Mapear as áreas de risco de transmissão. Intensificar as ações de inquérito canino, controle químico, educação em saúde e manejo ambiental nos municípios prioritários.MATERIAIS E MÉTODOS.Em 2008, a coordenação estadual do programa das leishmanioses, com o objetivo de diminuir a incidência dos casos humanos, pactuou com os gestores dos municípios prioritários, as ações de controle vetorial e controle do reservatório canino, para daruniformidade nas ações de controle da doença. O pacto entre os gestores foi centrado de acordo com a realidade municipal e na capacidade operacional.Selecionaram-se os municípios prioritários de acordo com dados epidemiológicos gerados pelo Sistema de Informações de Agravo de Notificação, do ano de 2005 a 2007, ou seja, municípios prioritários, que são eles, Três Lagoas, Aquidauana, Anastácio, Corumbá, Jardim, Miranda, Ribas do Rio Pardo e Brasilândia.Definiram-se as áreas prioritárias dentro dos municípios, através de critérios epidemiológicos e de risco para LV. Nos municípios, foram mapeados as localidades e micro-áreas onde havia casos humanos nos últimos 3 anos (2005 a 2007) e, agrupou as zonas do PNCD de acordo com a distribuição de casos humanos de LV, proximidade e semelhança sócio-econômica. RESULTADOS E DISCUSSÃO.Com a realização do Plano de Intensificação houve uma melhora na integração entre vigilância epidemiológica e laboratório de referência, Lacen e Cczs, proporcionando um planejamento e integrando as ações de campo com uma resposta laboratorial oportuna e, uniformidade nas condutas.A SES/MS possui hoje registros das informações sistematizadas e planejadas, como, mapa estratificado dos municípios prioritários com a quantidade de animais e imóveis existentes em cada área de risco dentro destes municípios, registros das áreas onde houve investigações e levantamentos entomológicos, assim como, registros das áreas onde há presença de cães soropositivos previamente investigados. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>