ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:11.925-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Tecnologia e Inspeção de Produtos de Origem Animal</b><p align=justify><strong>ANÁLISE PRESUNTIVA DE CLOSTRIDIUM BOTULINUM EM AMOSTRAS DE MEL COMERCIALIZADAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO</strong></p><p align=justify><b><u>Juliana Mello de Magalhães Leite </u></b> (<i>Universidade Federal Fluminense</i>); <b>Eduardo Bruno Nogueira </b> (<i>Universidade Federal Fluminense</i>); <b>Robson Maia Franco </b> (<i>Universidade Federal Fluminense</i>); <b>Henrique Silva Pardi </b> (<i>Universidade Federal Fluminense</i>); <b>João Renato de Oliveira Escudini </b> (<i>C.T.A.I.B.B</i>); <b>Arnaldo Feitosa Braga de Andrade </b> (<i>Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ)</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2> Entende-se por mel o produto alimentício produzido pelas abelhas melíferas a partir do néctar das flores, secreções procedentes de partes vivas das plantas ou de excreções de insetos sugadores de plantas, que as abelhas recolhem, transformam, combinam com substâncias próprias e deixam maturar nos favos da colméia (Brasil, 2000). Este alimento é utilizado em larga escala de infecções, tendo em vista a sua função medicamentosa aplicada na medicina alternativa. Sabe-se que o mel apresenta inúmeras ações farmacológicas e longo prazo de vida comercial relacionados diretamente à sua composição química. Considera-se que os esporos de Clostridium botulinum possam ser encontrados no mel, devido à contaminação que pode ocorrer em todas as suas etapas de processamento, além da contaminação pelas abelhas que podem carrear esporos do ambiente. O consumo de mel por crianças menores de um ano de idade é contra-indicado pelo risco de ocorrer botulismo infantil. Indivíduos nesta faixa etária ainda não apresentam microbiota intestinal competitiva, permitindo a vegetação dos esporos ingeridos. O presente trabalho teve como objetivo a análise presuntiva da presença de esporos de C. botulinum em sete amostras de mel comercializadas no Estado do Rio de Janeiro, utilizando as técnicas de semeadura direta e diluição centrífuga segundo Kuplulu et al., 2006. Todas as amostras analisadas apresentaram bacilos Gram positivos, identificados por esfregaço em lâmina e corados pelo método de Gram, tanto em condições de aerobiose quanto de anaerobiose. É importante destacar que no método de diluição centrífuga com rotação de 9.000xg o número de esporos encontrados por campo foi sempre superior aqueles encontrados no método de semeadura direta tanto em aerobiose quanto em anaerobiose. Os resultados são preliminares, pois devem ser realizadas provas bioquímicas objetivando a identificação de Bacillus spp, e provas bioquímicas e biológicas para a identificação de C. botulinum. Salienta-se, portanto, que o consumo de mel contaminado por essa microbiota pode tornar-se um problema de saúde coletiva por ser este um alimento altamente consumido pela população.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>