ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:13.924-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Saúde Publica e Controle de Zoonoses / Fiscalização Sanitária e Ambiental</b><p align=justify><strong>AGRESSÕES POR CÃES NO MUNICÍPIO DE QUATRO BARRAS  PR</strong></p><p align=justify><b>Cláudia Regina Demeterko </b> (<i>Universidade Federal do Parana</i>); <b>Juliana Sousa </b> (<i>Vigilancia Sanitaria de Quatro Barras, PR</i>); <b>Antônio Felipe Paulino de Figueiredo Wouk </b> (<i>Universidade Federal do Parana</i>); <b><u>Alexander Welker Biondo </u></b> (<i>Universidade Federal do Parana</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O presente estudo teve por objetivo realizar o levantamento de mordeduras causadas por cães no município de Quatro Barras, pertencente à Área de Proteção Ambiental do Iraí, no período de janeiro de 2004 a agosto de 2006. Foram analisados os casos de agravos nas Unidades de Saúde de Quatro Barras, com distinção de mordeduras e arranhaduras, ferimentos superficiais e profundos, e entre as faixas etárias. Foram utilizadas informações existentes nas unidades de saúde, contidas nas fichas de atendimento preventivo anti-rábico humano do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), elaboradas pelo Ministério da Saúde. A faixa etária mais atingida foi entre 5 e 9 anos de idade (18,3%). Mordedura foi a agressão mais freqüente (84,2%), seguido de arranhadura (10,6%). A porcentagem de ferimentos únicos (54,9%) e superficiais (53,1%) predominou sobre o de ferimentos múltiplos (36,2%) e profundos (41,7%). Houve maior número de agressões em membros superiores (42,6%), seguido de membros inferiores (34,9%) e cabeça (13,6%). Não constava nas fichas de registro de agravos do município algo que informasse a identificação ou não do animal agressor ou ainda a situação em que a agressão ocorreu. Conclui-se que um programa educativo deveria ser conduzido para alertar a população quanto à gravidade dessas agressões e também para a prevenção das mesmas.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>