ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.911-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>AVALIAÇÃO DAS ALTERAÇÕES ELETROCARDIOGRÁFICAS DE CÃES CLINICAMENTE SADIOS DE FORTALEZA-CEARÁ </strong></p><p align=justify><b><u>Nilza Dutra Alves </u></b> (<i>Universidade Federal do Semi-Árido</i>); <b> Maria Nilza dos Reis Saraiva </b> (<i>Policlinica Veterinária de Fortaleza</i>); <b>Sthenia Santos Albano Amóra </b> (<i>FAVET-UECE</i>); <b>Carlos Campos Câmara </b> (<i>UFERSA</i>); <b>Francisco Marlon Carneiro Feijo </b> (<i>UFERSA</i>); <b>Igor Viana Queiróz </b> (<i>Policlinica Veterinária de Fortaleza</i>); <b>Júlio César dos Reis Saraiva </b> (<i>Policlínica Veterinária de Fortaleza</i>); <b>Anaemilia das Neves Diniz </b> (<i>UFERSA</i>); <b>Lucas Pereira de Alencar </b> (<i>UFERSA</i>); <b>Janalia Azevedo Faria </b> (<i>UFERSA</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>RESUMO Com a crescente criação de pequenos animais, os cuidados com esses animais têm adquirido uma grande dimensão, pois esse são vistos muitas vezes como membro da familia. Isso faz com que as clínicas associem os trabalhos de saúde animal com os serviços de higiene, tais como: banhos e tosas. No entanto, esse tipo de serviço trás uma série de problemas, pois animais clinicamente sadios podem apresentar doenças subclínicas, que poderão levá-los a crises durante os procedimentos higiênicos. Entre essas se destacam as doenças cardiovasculares. Considerando o exposto, o presente trabalho objetivou fazer uma análise eletrocardiográfica dos cães clinicamente sadios da cidade de Fortaleza-CE. Foram examinados 100 cães recebidos para banho e tosa na Policlínica Veterinária de Fortaleza, Ceará. Esses animais foram submetidos a exame clínico e eletrocardiograma (ECG). Dos 100 animais estudados, 54% apresentaram alterações eletrocardiográficas, dentre as quais destacaram-se as hipertrofias cardíacas, lesões sugestivas de necrose, incluído o infarto e bloqueio do ramo direito. No que se refere aos fatores de risco, observou-se que, os cães machos e adultos foram mais acometidos. Além disso, o ECG se mostrou como um exame complementar simples, seguro e de baixo custo, devendo ser recomendado como exame de rotina, considerando que esse é necessário para detecção de doenças cardiacas subclínicas. Palavras-chave: cães, cardiopatias, eletrocardiograma. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>