ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:05.895-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Parasitologia</b><p align=justify><strong>IMUNIDADE HUMORAL AOS AGENTES DA BABESIOSE DURANTE O SEGUNDO ANO DE VIDA DE BOVINOS EM ÁREA MARGINAL AO VETOR BOOPHILUS MICROPLUS</strong></p><p align=justify><b><u>Regina Celis Pereira Reiniger </u></b> (<i>Universidade da Região da Campanha</i>); <b>Nara Amélia da Rosa Farias </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Ana Maria Sastre Sacco </b> (<i>Centro de Pesquisa Pecuária Sul/Embrapa, Bagé,RS</i>); <b>Magda Vieira Benavides </b> (<i>Centro de Pesquisa Pecuária Sul/Embrapa, Bagé, RS</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>RESUMO Avaliou-se, através da reação de imunofluorescência indireta, a presença de imunoglobulinas (classe IgG) anti-Babesia bovis e anti-Babesia bigemina no soro de 31 bovinos, durante seu segundo ano de vida (13 aos 24 meses), produto da cruza de matrizes Santa Gertrudis com Polled Hereford, de um rebanho naturalmente infectado. A propriedade rural localiza-se ao sul do Rio Grande do Sul, tendo como situação geográfica: latitude 32º 01 28 , longitude 52º 55 01 . As coletas mensais de sangue foram acompanhadas de observação da presença do Boophilus microplus, bem como de dados climatológicos durante o ano do experimento. A temperatura e a umidade relativa do ar durante o período experimental mantiveram-se superiores às normais ao longo do ano, favorecendo a constância do carrapato no rebanho. A sorologia revelou que 100% dos bovinos apresentaram-se positivos para B. bigemina ao longo do experimento, enquanto que para B. bovis, esse índice só foi obtido a partir dos 17 meses de idade, após a infestação pela terceira geração de carrapatos (outono). Isso revela que foi mantida a situação de estabilidade enzoótica na propriedade, constatada durante o primeiro ano de vida destes animais, o que é atípico para região. Os bovinos mantiveram títulos de anticorpos significativamente inferiores aos observados durante o seu primeiro ano de vida, tanto para B. bovis (P=0,0002) como para B. bigemina (P<0,0001). A titulação de anticorpos para B. bigemina foi significativamente (P=0,0001) superior à verificada para B. bovis. Os resultados obtidos revelam a existência de situação de estabilidade enzoótica em uma área de instabilidade enzoótica para a babesiose bovina, e fornecem subsídios para o entendimento da maior freqüência de casos clínicos ocasionados por B. bovis na região. Palavras chaves: Babesia bovis, Babesia bigemina, anticorpos, epidemiologia, imunofluorescência indireta. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>