ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.893-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>DINÂMICA ERITROCITÁRIA DE CÃES INDUZIDOS A CHOQUE HIPOVOLEMICO HEMORRÁGICO</strong></p><p align=justify><b>Kilder Henrique Guimarães Alves </b> (<i>Pós-Graduando do Departamento de Medicina Veterinária - UFRPE</i>); <b>Cleyton Charles Dantas Carvalho </b> (<i>Médico Veterinário, Hospital Geral do Exército - Recife - Brasil.</i>); <b>Eduardo Ferreira Cole </b> (<i>Professor do Departamento de Medicina Veterinária - UFRPE</i>); <b>Miriam Nogueira Teixeira </b> (<i>Professora do Departamento de Medicina Veterinária - UFRPE</i>); <b>Ana Célia Rodrigues Athayde </b> (<i>Professora do Departamento de Medicina Veterinária da UFPB</i>); <b><u>Pierre Castro Soares </u></b> (<i>Professor do Departamento de Medicina Veterinária - UFRPE</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Com o objetivo de avaliar a resposta eritrocitária de cães submetidos ao choque hemorrágico, sob efeito ou não de anestesia e após restituição volêmica com diferentes tipos de repositores, foram utilizados 20 cães adultos, de ambos os sexos, sem raça definida, com peso médio de 12 kg, distribuídos em quatros grupos de cinco indivíduos cada: G1- grupo anestesiado, induzido ao choque hemorrágico e submetido à reposição volêmica com solução de Ringer com Lactato (SRL); G2 - grupo anestesiado, induzido ao choque hemorrágico e submetido à reposição volêmica com Solução Injetável Polieletrolítica (SIP  LAFEPE); G3- grupo não anestesiado, induzido ao choque hemorrágico e submetido à reposição volêmica com SRL; G4- grupo não anestesiado, induzido ao choque hemorrágico e submetido à reposição volêmica com SIP. O volume de sangue a ser retirado foi de 33,33ml de sangue/kg do peso vivo, por cateterização da artéria femoral. Para todos os animais do G1 e G2, realizou-se medicação pré-anestésica (MPA) com Cloridrato de Levomepromazina, na dose de 1,0 mg/kg IV. Transcorridos 15 minutos da MPA, os animais foram induzidos à anestesia geral barbitúrica com administração de Tiopental Sódico, na dose de 12,5 mg/kg IV. Amostras de sangue foram feitas no momento anterior à indução do choque hemorrágico (M1), após a exsanguinação (M2) e no final da reposição volêmica dos respectivos solutos de reposição (M3) e a cada 24 horas, até 196h do protocolo experimental, para realização do eritrograma. Na análise dos dados foi possível verificar efeito do tempo, para os quatro grupos, sobre as variáveis He (p=0,0053); VG (p= 0,0001); Hb (p= 0,0001) e reticulócitos (p=0,0003). Não se verificou diferença significativa na analise dos dados entre os grupos e interação destes com os diferentes tempos de coleta. Foi observada diminuição dos valores de He, VG e Hb nos momentos pós-sangria e reposição volêmica, com aumento seqüencial ao longo dos dias. As médias destas variáveis, embora inferiores aos valores basais, não apresentaram diferenças significativas. Já em relação às médias no momento final da reposição volêmica, as variações destas foram significativas com as médias do M1. Em relação às hemácias, as médias, para o conjunto dos grupos, retornaram aos valores iniciais no quarto dia, enquanto que as médias do VG e Hb só se tornaram análogas ao momento basal no sétimo dia. Concluiu-se que mecanismos compensatórios, em resposta à perda sangüínea aguda em cães, são devidamente acompanhados quando se realiza monitoramento laboratorial, por meio da dinâmica eritrocitária, de modo que esta avaliação é de importância fundamental para o prognóstico e restabelecimento da condição clínica de choque hipovolêmico hemorrágico. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>