ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.893-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>AVALIAÇÃO DA PROTEÍNA C REATIVA EM CADELAS COM E SEM PIOMETRA E SUA RELAÇÃO COM FIBRINOGÊNIO E LEUCOGRAMA</strong></p><p align=justify><b>Cleyton Charles Dantas Carvalho </b> (<i>Hospital do Excército - Recife - PE</i>); <b>Eneida Wilcox Rêgo </b> (<i>Departamento de Medicina Veterinária - UFRPE</i>); <b>Marcos Queque </b> (<i>Engenheiro Químico - Magglab - Recife - PE</i>); <b><u>Pierre Castro Soares </u></b> (<i>Departamento de Medicina Veterinária - UFRPE</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Com o objetivo de avaliar o perfil sanguíneo do fibrinogênio, da proteína C reativa (PCR) e do leucograma, além de avaliar a aplicação do teste turbidimétrico quantitativo da proteína C reativa como método indicador de reação inflamatória em cadelas com e sem piometra, foram constituídos dois grupos, sendo um sem piometra (n=15) e outro com piometra (n=30). Amostras de sangue foram obtidas por meio da venopunção da jugular externa, utilizando-se sistema de coleta a vácuo, para determinação do leucograma e fibrinogênio, enquanto que para a quantificação da PCR utilizaram-se tubos sem anticoagulante para a obtenção do soro. A contagem do número total de leucócitos foi efetivada em hemocitômetro utlizando a câmera de Neubauer, e a contagem diferencial de leucócitos (100 células) foram realizadas em amostras de sangue distendidas sobre lâminas de microscopia e coradas pelo método de May-Grunwald Giemsa e leitura em microscópio óptico em objetiva de imersão. A determinação do fibrinogênio foi realizada pela técnica precipitação a 56º C, segundo Jain, (1993), enquanto que a proteína C reativa foi determinada pelo método PCR - Ultra-Sensível Turbidimétrico, utilizando-se kit comercial Biotécnica. As amostras foram analisadas em analisador bioquímico TARGA 3000 (Random Access Chemistry Analyser Biotecnia Instruments). Observou-se que o número total de leucócitos, metamielócitos, bastonetes, neutrófilos segmentados, linfócitos e monócitos, além do fibrinogênio e PCR foram maiores para o grupo de animais com piometra, enquanto que os valores de eosinófilos foram menores para este mesmo grupo. Alta correlação positiva foi observada entre o fibrinogênio e PCR e este último com parâmetros do leucograma. Pode-se concluir que análises leucométrica, do fibrinogênio e proteína C reativa podem ser recomendadas como exames coadjuvantes no diagnóstico do processo inflamatório de cadelas com piometra. Julgando-se pela facilidade e praticidade da realização destes diferentes testes, recomenda-se o fibrinogênio seguido da PCR para o auxílio diagnóstico desta condição clínica. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>