ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:07.865-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Animais Silvestres e de Cativeiro: Clínica, Cirurgia, Nutrição e Manejo</b><p align=justify><strong>ENFERMIDADES DE OCORRÊNCIA NO PORCO MONTEIRO (SUS SCROFA) NO PANTANAL SUL-MATO-GROSSENSE, BRASIL</strong></p><p align=justify><b><u>Rita de Cássia da Silva Paes </u></b> (<i>Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal - IAGRO/MS</i>); <b>Olímpio Crisóstomo Ribeiro </b> (<i>Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal  Uniderp/Anhanguera.</i>); <b>Letícia Almeida Retumba Carneiro Monteiro </b> (<i>Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal - IAGRO/MS</i>); <b>Aline de Oliveira Figueiredo </b> (<i>Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal - IAGRO/MS</i>); <b>Aparecida Amorim da Costa Neto </b> (<i>Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal - IAGRO/MS</i>); <b>Jacqueline Marques de Oliveira </b> (<i>Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal - IAGRO/MS</i>); <b>Gete Ottaño da Rosa </b> (<i></i>); <b>Alexine Keuroglian </b> (<i>Earthwatch</i>); <b>Ubiratan Piovezan </b> (<i>Embrapa Pantanal</i>); <b>Heitor Miraglia Herrera </b> (<i>Instituto Oswaldo Cruz</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O porco doméstico foi introduzido no pantanal pelos primeiros colonizadores, ainda no século XVI. Altamente prolífera, a espécie adaptou-se à região e tornou-se feral em decorrência do abandono de suas criações, por ocasião da guerra do Paraguai. As condições do meio selecionaram adaptações fisiológicas e comportamentais que influenciaram sua morfologia atual, a ponto de aproximá-lo de seus ancestrais selvagens e diferenciá-lo, cada vez mais, do porco doméstico, apesar de pertencerem à mesma espécie. Em 2002, o Laboratório de Diagnóstico de Doenças de Animais e Microbiologia de Alimentos (Laddan/Iagro/MS) e a Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal (Uniderp/Anhanguera) iniciaram estudos sobre a ocorrência de brucelose, leptospirose e doença de Aujeszky (DA) em porco monteiro nas sub-regiões do Rio Negro e da Nhecolândia, no pantanal sul-mato-grossense. Em complementação, foram realizados estudos anatomopatológicos para eventual detecção de lesões, que pudessem estar relacionadas a alguma das doenças pesquisadas ou à presença de parasitos.Os dados do presente trabalho foram levantados a partir de uma amostragem constituída de 193 animais capturados sendo 62 da região de Nhecolândia e 131 da região de Rio Negro, no período de 2002 a 2007. Os resultados demonstraram para brucelose 2 amostras reagentes de 162 processadas. Para leptospirose, 7/75 (9,3%) reagiram através da prova e soraglutinação microscópica. Os sorovares encontrados foram copenhageni, icterohaemorrhagiae, shermani e patoc. Para DA, 34 amostras foram reagentes após serem processadas pelos testes de soroaglutinação e ELISA. Deste grupo, dez eram provenientes de machos (29,4%) e 24 de fêmeas (70,6%). Quanto à faixa etária, 28 das amostras correspondiam a indivíduos adultos (82,4%) e seis a sub-adultos (17,6%). Em relação à região de procedência, 24 eram da região de Rio Negro e dez da região de Nhecolândia. O exame histopatológico revelou um conjunto de alterações usualmente observado nas doenças parasitárias. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>