ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:10.858-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Eqüinos: Clínica, Cirurgia e Reproduçao</b><p align=justify><strong>SENSIBILIDADE CORNEAL EM CAVALOS SUBMETIDOS AO BLOQUEIO PALPEBRAL UTILIZANDO ROPIVACAÍNA E LEVOBUPIVACAÍNA E COMPARAÇÃO COM LIDOCAÍNA</strong></p><p align=justify><b>Andreia Vito Couto do Amaral </b> (<i>Universidade Federal de Goiás</i>); <b>Nilo Sergio Troncoso Chaves </b> (<i>nilo@vet.ufg.br</i>); <b>Fernando Antonio Bretas Viana </b> (<i>Universidade Federal de Minas Gerais</i>); <b>Maristela Silveira Palhares </b> (<i>Universidade Federal de Minas Gerais</i>); <b>Sabrina Pereira Macedo </b> (<i>Universidade Federal de Minas Gerais</i>); <b>Renata Guimarães Pequeno Abrantes </b> (<i>Universidade Federal de MInas Gerais</i>); <b>Natalia Leão Franco </b> (<i>Universidae Federal de Minas Gerais</i>); <b><u>Carlos Eduardo Fonseca Alves </u></b> (<i>Universidade Fedral e Goiás</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A anestesia das pálpebras, conferida por meio dos bloqueios auriculopalpebral e supra-orbitário, é de grande importância para exame oftálmico de rotina no cavalo, pois a espécie exerce vigoroso fechamento palpebral na presença de dor ou pela simples manipulação periorbital, impossibilitando exame ocular ideal na espécie. Ainda não foi verificado se os bloqueios anestésicos palpebrais em cavalos diminuem a sensibilidade corneal, de interesse para aferição da pressão-intra-ocular, por exemplo, que faz parte do exame ocular de rotina. Foram avaliados os efeitos de soluções anestésicas a base de cloridrato de ropivacaína a 0,75%, cloridrato de levobupivacaína a 0,75% e cloridrato de lidocaína a 2% no limiar de toque corneal (LTC) em nove eqüinos, adultos, fêmeas, submetidas ao bloqueio auriculopalpebral e supraorbitário. Houve diminuição significativa do LTC, nos bloqueios palpebrais nos três agentes anestésicos locais avaliados, já aos dez minutos após a aplicação. Nos bloqueios com lidocaína e levobupivacaína, as menores médias de LTC foram verificadas no M10, já nos bloqueios palpebrais utilizando ropivacaína, a menor média foi vista aos 20 minutos, mantendo-se constante até 100 minutos após a anestesia, com valores médios de LTC iguais a 5mm, na maioria dos casos. Pôde-se concluir, no presente estudo, que a ropivacaína a 0,75% e a levobupivacaína a 0,75% utilizadas no bloqueio supra-orbitário e auriculopalpebral em cavalos, diminuem de forma significativa LTC, da área central da córnea, e o mantém em níveis que proporcionam anestesia corneal por até 100 minutos. Já a lidocaína a 2% diminui o LCT de forma significativa em 60 minutos.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>