ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:10.858-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Eqüinos: Clínica, Cirurgia e Reproduçao</b><p align=justify><strong>EFICÁCIA DA ROPIVACAÍNA A 0,75% E LEVOBUPIVACAÍNA A 0,75% EM BLOQUEIOS PALPEBRAIS EM CAVALOS E COMPARAÇÃO COM LIDOCAÍNA A 2% </strong></p><p align=justify><b>Andreia Vito Couto do Amaral </b> (<i>Universidade Federal de Goiás</i>); <b>Nilo Sergio Troncoso Chaves </b> (<i>Universidade Federal de Goiás</i>); <b>Fernando Antonio Bretas Viaba </b> (<i>Universidade Federal de Minas Gerais</i>); <b>Maristela Silveira Palhares </b> (<i>Universidade Federal de Minas Gerais</i>); <b>Sabrina Pereira Macedo </b> (<i>Universidade Federal de Minas Gerais</i>); <b>Renata Guimarães Pequeno Abrantes </b> (<i>Universidade Federal de MInas Gerais</i>); <b>Natalia Leão Franco </b> (<i>Universidae Federal de Minas Gerais</i>); <b><u>Carlos Eduardo Fonseca Alves </u></b> (<i>Universidade Federal de Goiás</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O presente estudo possui o objetivo de avaliar e comparar a qualidade do bloqueio anestésico palpebral do auriculopalpebral e supra-orbitário conferido pelo cloridrato de levobupivacaína a 0,75%, cloridrato de ropivacaína a 0,75% e cloridrato de lidocaína a 2% em nove eqüinos hígidos, fêmeas, perfazendo um quadrado latino 3x3x3. Para avaliação da acinesia e anestesia palpebral utilizou-se do reflexo de ameaça e reflexo palpebral perfazendo avaliações aos 10, 20, 40, 60, 80 e 100 minutos após os bloqueios anestésicos. O reflexo de ameaça foi realizado incidindo gesto ameaçador com a mão em direção ao olho do animal e, de acordo com a cinética palpebral da resposta do animal, foi classificado como ausente (0)  acinesia palpebral; (1) parcial  movimentação palpebral diminuída; (2) completo  movimentação palpebral normal. Pode-se concluir que a ropivacaína a 0,75% e a levobupivacaína a 0,75% apresentaram abolição da movimentação palpebral e da sensibilidade estabelecidos aos dez minutos após os bloqueios do auriculopalpebral e supra-orbitário em cavalos, tal como foi observado na anestesia local com lidocaína a 2%. A ropivacaína a 0,75% e a levobupivacaína a 0,75% mantiveram a acinesia e anestesia palpebral durante os 100 minutos de avaliação, ao contrário da lidocaína, que manteve níveis anestésicos satisfatórios por 40 minutos.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>