ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:14.845-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Suínos</b><p align=justify><strong>FATORES QUE INFLUENCIAM A TAXA DE MORTALIDADE DOS SUÍNOS DURANTE O MANEJO PRÉ-ABATE: UMA VISÃO DE PRODUTORES, TRANSPORTADORES E TÉCNICOS</strong></p><p align=justify><b>Osmar Antonio Dalla Costa </b> (<i>Embrapa Suínos e Aves</i>); <b>Natália Bortoleto Athayde </b> (<i>Unesp/Botucatu</i>); <b>Aurélia Pereira de Araújo </b> (<i>Unesp/Botucatu</i>); <b>José Rodolfo Panim Ciocca </b> (<i>WSPA-Brasil</i>); <b><u>Roberto de Oliveira Roça </u></b> (<i>Unesp/Botucatu</i>); <b>Leocir Balbinot </b> (<i>Copérdia</i>); <b>Clênio Arborte </b> (<i>Copérdia</i>); <b>Cláudio Rocha de Miranda </b> (<i>Embrapa Suínos e Aves</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A suinocultura, devido a suas características de produção, apresenta no seu processo produtivo diferentes etapas que podem submeter os animais à forte estresse, afetando consideravelmente a qualidade da carne e os resultados econômicos da atividade. Além disso, existe uma crescente preocupação dos consumidores com os métodos de produção, o que exige estratégias adequadas das empresas produtoras de alimentos que efetivamente assegurem o bem-estar dos animais em todas as etapas do processo produtivo. As perdas que ocorrem desde a granja até o abate podem ser de responsabilidade tanto do suinocultor, quanto do transportador, ou mesmo das agroindústrias que abatem os animais. A metodologia empregada para a discussão da problemática relacionada aos fatores que estão influenciando a taxa de mortalidade dos suínos durante o manejo pré-abate foi a dos grupos focais (produtores de suínos, transportadores e técnicos). Este trabalho avaliou os pontos críticos no manejo pré-abate dos suínos sob o ponto de vista dos produtores, transportadores e técnicos da Cooperativa de Produção e Consumo Concórdia Ltda  Copérdia para elaboração de um diagnóstico das condições de embarque e transporte que podem afetar a taxa de mortalidade dos suínos no período do manejo pré-abate. Com base no que foi observado, conclui-se que medidas devem ser adotadas visando reduzir a taxa de mortalidade no manejo pré-abate dos suínos, entre as quais: implantação de uma ficha de acompanhamento do sistema de embarque dos suínos para avaliação dos resultados obtidos e posterior definição dos principais pontos críticos durante o manejo pré-abate dos suínos; criação de um programa de treinamento para a cadeia produtiva de suínos sobre a importância do manejo pré-abate, através de cursos e visitas técnicas às granjas e frigoríficos; elaboração de modelo de embarcadouro padrão da cooperativa, bem como a reestruturação dos modelos atuais de comedouros.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>