ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:01.827-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Bovinos e Bubalinos: Produção, Reprodução, Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>ALTERAÇÕES NO COMPORTAMENTO INGESTIVO DE VACAS LEITEIRAS MANEJADAS EM PASTEJO ROTACIONADO</strong></p><p align=justify><b>Marcio Fonseca do Amaral </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Jean Carlos Mezzalira </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Carolina Bremm </b> (<i>UFRGS</i>); <b><u>Taise Robinson Kunrath </u></b> (<i>UFRGS</i>); <b>Paulo Cesar de Faccio Carvalho </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Aino Jacques </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Edna Nunes Gonçalves </b> (<i>UFRGS</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O consumo de matéria seca (MS) é o principal limitante nos sistemas de produção a pasto em vacas de alta produção. O objetivo do trabalho foi testar a hipótese de que diferentes alturas do pasto na entrada e na saída dos potreiros afetariam o comportamento ingestivo dos animais sob pastejo. Os tratamentos consistiram de duas alturas de entrada (60 e 40 cm) e duas de saída (20 e 10 cm), da seguinte forma: BB = entrada com 40 cm e saída com 10 cm; BA = entrada com 40 cm e saída com 20 cm; AB = entrada com 60 cm e saída com 10 cm e, AA = entrada com 60 cm e saída com 20 cm. O delineamento estatístico foi blocos casualizados com duas repetições em pastagem de milheto (Pennisetum americanum (L.) Leeke). Utilizaram-se quatro vacas da raça Holandes, portando coletores de fezes e urina em testes de pastejo realizados entre 14.03.08 e 18.04.08. O consumo de MS foi estimado pela técnica da dupla pesagem e os movimentos mandibulares foram determinados com o auxílio de registradores automáticos (Behaviour recorder, IGER; Rutter et al., 1997). A massa de bocado variou de 31,1 a 7,87 mg/boc/kg de Peso Metabólico (PM) e a taxa de bocado variou entre 58,3 a 11,2 bocados por minuto de pastejo. Os resultados indicam que os animais alteram seu comportamento ingestivo, aumentando a taxa de bocados, na tentativa de compensar a redução na altura, podendo afetar o consumo diário de MS em resíduos muito baixos.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>