ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:10.821-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Eqüinos: Clínica, Cirurgia e Reproduçao</b><p align=justify><strong>UVEÍTE TRAUMÁTICA EM UM EQÜINO: RELATO DE CASO</strong></p><p align=justify><b><u>Luciana Paula Merini </u></b> (<i>Hospital de Clínicas Veterinárias da Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Carlos Afonso de Castro Beck </b> (<i>Hospital de Clínicas Veterinárias da Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Fernanda Silveira Nóbrega </b> (<i>Hospital de Clínicas Veterinárias da Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Simone Tostes de Oliveira </b> (<i>Hospital de Clínicas Veterinárias da Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Fabiana Quartiero Pereira </b> (<i>Hospital de Clínicas Veterinárias da Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>João Antônio Tadeu Pigatto </b> (<i>Hospital de Clínicas Veterinárias da Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A uveíte caracteriza-se pelo processo inflamatório das estruturas que compõem a úvea ou trato uveal (íris, corpo ciliar e coróide), sendo uma doença ocular importante nos eqüinos, que pode ser desencadeado por trauma ocular e, comumente, levando os eqüinos à cegueira os casos com tratamento inadequado e tardio. Foi atendido no Hospital de Clínicas Veterinárias (HCV) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) um eqüino, macho inteiro, dois anos de idade, 340 Kg, raça Crioula que apresentava-se com histórico de trauma ocular durante a doma do animal no olho direito.O olhos esquerdo não apresentava nenhuma alteração. No exame oftálmico, o olho direito estava visível, presença de severo blefaropasmo, epífora, miose, edema corneal difuso e conjuntivas hiperêmicas. O diagnóstico foi baseado no histórico, nos sinais clínicos e nos exames complementares e diferenciais. O eqüino foi tratado com antiinflamatório não esteroidal sistêmico e tópico, midriático e antibiótico tópicos. Uma semana de tratamento resultou em uma diminuição do edema de córnea e da hiperemia conjuntival. Um mês depois, o animal estava clinicamente normal. No presente caso, o tratamento foi considerado efetivo. Além disso, o presente caso ilustra a importância de um diagnóstico precoce e um tratamento correto para a prevenção das funções oculares.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>