ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:13.819-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Saúde Publica e Controle de Zoonoses / Fiscalização Sanitária e Ambiental</b><p align=justify><strong>OCORRÊNCIA DE PARASITAS GASTROINTESTINAIS EM CÃES DA RAÇA AMERICAN PIT BULL TERRIER APREENDIDOS EM VIAS PÚBLICAS, SÃO PAULO</strong></p><p align=justify><b><u>Leonardo Carvalho do Prado Nogueira </u></b> (<i>CCZ/SP</i>); <b>Angela A. Almeida </b> (<i>CCZ/SP</i>); <b>José Theodoro Damaceno </b> (<i>CCZ/SP</i>); <b>Izilda Cortez </b> (<i>CCZ/SP</i>); <b>Marly Matiko Maeda </b> (<i>CCZ/SP</i>); <b>Sonia M. Sodre Cardoso </b> (<i>CCZ/SP</i>); <b>Elisa San Martin Mouriz Savani </b> (<i>CCZ/SP</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Resumo Foram analisadas 113 amostras de fezes de cães da raça American Pit Bull Terrier para a avaliação de parasitas gastrointestinais, os animais foram capturados em diferentes áreas do município de São Paulo pelo Centro de Controle de Zoonoses. No processamento das amostras foram utilizados os métodos de centrífugo-flutuação em solução de sacarose (d= 1203 g/cm3), centrífugo-sedimentacão em formol-éter (método de Ritchie e col.) e flutuação em solução saturada de cloreto de sódio (método de Willis), sendo utilizadas as técnicas de coloração de Auramina e Ziehl-Neelsen modificado para visualização de oocistos de Cryptosporidium spp. Foi observada positividade em 79 (69,91%) das amostras, onde 39 (34,51%) dos animais apresentaram infecção simples e 40 (35,40%) infecções múltiplas. Dentre os helmintos, Ancylostoma spp foi o de maior ocorrência, com 59 cães positivos (52,21%), seguido por Toxocara canis com 25 cães positivos (22,12%) e Trichuris vulpis em 12 cães (10,61%). Dentre os protozoários o agente mais freqüente foi o Cystoisospora canis em 24 cães (21,23%), seguido pela Giardia spp em 3 cães (2,65%) e Sarcocystis spp com apenas um cão positivo (0,88%). As associações de parasitas com maior freqüência foram: Ancylostoma spp e Toxocara canis aparecendo em 17 (15,04%) amostras, Ancylostoma spp e Cistoisospora spp em 14 (12,39%) amostras, Ancylostoma spp e Trichuris vulpis freqüentes em 9 amostras (7,96%) e Cystoisospora e Toxocara canis freqüentes em 7 (6,19%) amostras. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>