ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:13.818-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Saúde Publica e Controle de Zoonoses / Fiscalização Sanitária e Ambiental</b><p align=justify><strong>PESQUISA DE HISTOPLASMA CAPSULATUM EM MORCEGOS DO ESTADO DE SÃO PAULO, BRASIL. </strong></p><p align=justify><b><u>Maria Adelaider Galvão Dias </u></b> (<i>CCZ - São Paulo</i>); <b>Rosely Maria Zancopé Oliveira </b> (<i>Fundação Oswaldo Cruz - RJ -</i>); <b>Hildebrando Montenegro Netto </b> (<i>CCZ - São Paulo</i>); <b>Patricia M. Tavares </b> (<i>Fundação Oswaldo Cruz - RJ</i>); <b>Mauro Cintra Giudice </b> (<i> USP - Universidade de São Paulo</i>); <b>Adriana R. Rosa </b> (<i>CCZ - São Paulo</i>); <b>Miriam Martos Sodré </b> (<i>CCZ - São Paulo</i>); <b>Carlos Pelleschi Taborda </b> (<i>USP - Universidade de São Paulo</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Resumo A histoplasmose é uma micose sistêmica causada pelo fungo dimórfico Histoplasma capsulatum var. capsulatum. O solo é seu habitat natural e o acúmulo de fezes de morcegos favorece o crescimento do fungo. A presença de morcegos em cavernas, sótãos, forros de telhado tem importância epidemiológica, são ambientes fechados e que aumentam a possibilidade de contaminação de pessoas que adentram esses locais. Em áreas urbanas tem se observado a domiciliação de diversas espécies de morcegos, especialmente insetívoros, atraídos pela ampla oferta de alimento e disponibilidade de abrigo. De agosto de 2003 a dezembro de 2007, foram encaminhados ao Centro de Controle de Zoonoses da Cidade de São Paulo, 2005 morcegos. O isolamento do fungo foi realizado a partir de fígado e baço destes animais, através do cultivo em meio Sabouraud e BHI incubados a 25ºC e 37ºC. Destes morcegos, 59 estavam infectados (2,95%), sendo 47 Molossus molossus, 9 Nyctinomops macrotis, 1 Tadarida brasiliensis, 1 Molossus rufus e 1 Eumops glaucinus, todos insetívoros. Para 3 espécies trata-se do primeiro relato. Dos 2005 morcegos, 1370 morcegos eram procedentes da Cidade de São Paulo (68,3%) e 635 morcegos eram originários de cidades do Estado de São Paulo (31,7%). Cinco cidades apresentaram espécimes positivos: 49 procedentes da cidade de São Paulo (83,1%) e 10 de outros municípios do Estado (16,9%): 4 de Jundiaí, 3 de Guarulhos, 2 de Osasco e 1 de Mogi Mirim. Um estudo molecular de tipificação das cepas de H. capsulatum isoladas nesse laboratório de 2003 a 2005, foi realizado pela Fundação Oswaldo Cruz, demonstrou alto polimorfismo genético. Os 15 isolados analisados, segregaram em dois grandes grupos com apenas 40% de similaridade no fragmento analisado (M13). Apenas duas amostras apresentaram 100% de similaridade. O alto polimorfismo observado sugere diferentes populações de Histoplasma capsulatum no estado de São Paulo. A vigilância da histoplasmose em morcegos e em fezes de abrigos em regiões urbanas é importante para desencadear ações que possam prevenir a transmissão da doença para humanos. A presença de morcegos próximos ao nosso convívio em função da facilidade de abrigo e oferta de alimentos associada a existência de morcegos contaminados com o H. capsulatum, torna real o risco de pessoas ou animais adquirirem a infecção. Mais estudos são necessários para elucidar a patologia desta doença em morcegos. Palavras chaves: Histoplasmose, morcegos, Histoplasma capsulatum, área urbana </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>