ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.815-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>UROLITÍASE SECUNDÁRIA A HIPERADRENOCORTICISMO ADRENAL-DEPENDENTE EM CÃO  RELATO DE CASO</strong></p><p align=justify><b>Paula Cristina Basso </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Alceu Gaspar Riser </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Claudete Schmidt </b> (<i>Universidade federal de Santa Maria</i>); <b><u>Mauricio Borges da Rosa </u></b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Daniel Curvello de Mendonça Muller </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Anelise Bonilla Trindade </b> (<i>Universidade de Passo Fundo</i>); <b>Carlos Eduardo Bortolini </b> (<i>Universidade de Passo Fundo</i>); <b>Fabiano Zanini Salbego </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Fernanda Silva </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O hiperadrenocorticismo constitui-se em um conjunto de sinais clínicos e anormalidades bioquímicas ocasionada pela produção, excessiva e crônica, de cortisol pelos córtices adrenais. Os sinais clínicos mais comuns associados com hiperadrenocorticismo em cães são polidipsia, poliúria, polifagia, letargia, abdômen penduloso, arquejamento, obesidade, fraqueza muscular e infecções do trato urinário recorrente. Neste relato descreve-se um caso de urolitíase secundária a hiperadrenocorticismo em cão macho, pinscher, de nove anos de idade. O paciente apresentava como principal sintomatologia disúria á trinta dias. Ao exame clínico percebeu-se alopecia bilateral simétrica, hiperpigmentação e liqueinificação da pele. O abdômen era penduloso e a pele delgada, percebendo-se facilmente os vasos sanguíneos. Na urinálise foi evidenciado baixa densidade urinária, leucócitos, bactérias e cristais de fosfato triplo. Os valores de fosfatase alcalina e alanina aminotransferase estavam elevados. No exame radiográfico perceberam-se três cálculos vesicais radiopacos, que pode ser confirmado na ultrassonografia. O animal foi medicado com enrofloxacina, durante 15 dias e cetoconazol por 20 dias. Após esse período, foi realizada a cistotomia para a remoção dos cálculos. Durante a cirurgia verificou-se a presença de uma massa de consistência firme na glândula adrenal esquerda, confirmando o diagnóstico de hiperadrenocorticismo adrenal-dependente. O tratamento clínico com cetoconazol foi continuado e o paciente apresentou adequada cicatrização cirúrgica.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>