ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.815-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>CORREÇÃO DE RUPTURA DE LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR COM FLAPE DE FÁSCIA LATA  RELATO DE TRÊS CASOS</strong></p><p align=justify><b>Daniel Curvello de Mendonça Muller </b> (<i>Universidade Federal de santa Maria</i>); <b>João Eduardo Wallau Shlosser </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Ney Luis Pippi </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Paula Cristina Basso </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b><u>Maurício Borges da Rosa </u></b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Arícia Gomes Sprada </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Maicon Pinheiro </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Gabriele Serafini </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A ruptura do ligamento cruzado cranial é uma das lesões mais comuns no cão, acomete ambos os sexos e qualquer raça ou idade podem ser afetadas. Estudos recentes sugerem que cães jovens de raças mais ativas podem ser predispostos à ruptura. Além disso, a ruptura do ligamento cruzado cranial é a maior causa de afecção articular degenerativa da articulação do joelho. Sua ruptura permite deslocamento anormalmente livre na direção da tíbia com relação ao fêmur. A lesão associa-se mais comumente à rotação interna violenta da perna. O sinal de gaveta, que fica nítido no caso de laceração completa do ligamento, é aspecto diagnóstico desta afecção, mas o estudo radiográfico pode ajudar na identificação da lesão. As lacerações do ligamento cruzado podem ser tratadas por procedimentos cirúrgicos ou conservadoramente, embora a solução cirúrgica seja aconselhável nos cães de maior porte. O objetivo deste trabalho é relatar três procedimentos de correção cirúrgica de ruptura de ligamento cruzado cranial de cães com tamanhos e pesos distintos, atendidos no Hospital Veterinário da Universidade Federal De Santa Maria, ressaltando a importância da intervenção cirúrgica na recuperação destes pacientes e a utilização de enxerto autólogo, com flap de fáscia lata do próprio membro como substituição do ligamento cruzado cranial lesado.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>