ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.814-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>TUMOR MALIGNO DA BAINHA DO NERVO TRIGÊMEO EM UM CÃO: RELATO DE CASO</strong></p><p align=justify><b><u>Raquel Baumhardt </u></b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Alexandre Mazzanti </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Rafael Almeida Figheira </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Marcia Cristina da Silva </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Rafael Festugatto </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Diego Vilibaldo Beckmann </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Giancarlo Santini de Souza </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Rosmarini Passos dos Santos </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Dakir Nilton Polidoro Neto </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Os tumores malignos da bainha do nervo periférico são neoplasmas que podem se originar dos nervos cranianos, sendo que o mais comumente afetado é o nervo trigêmeo. O objetivo deste relato é descrever um caso de tumor da bainha do nervo trigêmeo direito em um cão. Foi atendido no Hospital Veterinário da Universidade Federal de Santa Maria, um cão macho, sem raça definida e com dez anos de idade que apresentava progressiva atrofia dos músculos masseter e temporal direito. Após 45 dias, o paciente retornou com agravamento dos sinais clínicos, apresentando: decúbito lateral direito, nistagmo vertical, estado de estupor, reflexos palpebrais e reação à sensação nasal ausente do lado direito. Os sinais clínicos apresentados pelo cão foram sugestivos de neoplasma do nervo trigêmeo direito. O paciente foi encaminhado para cirurgia com a finalidade de confirmação do diagnóstico e remoção da massa tumoral. Durante a craniotomia rostrotentorial foi evidenciada a invasão do neoplasma em direção ao tronco encefálico, o que impediu a sua excisão completa. Devido ao prognóstico desfavorável de animais com tumor da bainha do nervo trigêmeo, o proprietário optou pela eutanásia do seu cão. O diagnóstico presuntivo de neoplasma do nervo trigêmeo direito foi confirmado através do exame histopatológico, sendo este neoplasma classificado como tumor maligno da bainha do nervo trigêmeo direito.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>