ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.812-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>AVALIAÇÃO DAS CÉLULAS DO ENDOTÉLIO DA CÓRNEA DE COELHOS APÓS DUAS TÉCNICAS DE COLORAÇÃO DA CÁPSULA ANTERIOR DO CRISTALINO COM AZUL DE TRIPAN </strong></p><p align=justify><b><u>Cláudia Skilhan Faganello </u></b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Luciano Porto Bellini </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Luciane de Albuquerque </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Angela Aguiar Franzen </b> (<i></i>); <b>Graziane Rigon </b> (<i>Universidade Federal do Rio grande do Sul</i>); <b>Paula Hünning </b> (<i>Universidade Federal do Rio grande do Sul</i>); <b>João Antonio Tadeu Pigatto </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A capsulotomia circular contínua é um passo extremamente importante na cirurgia de catarata. Entretanto, esse procedimento torna-se difícil de ser realizado em casos onde a cápsula anterior não é facilmente visibilizada. O azul tripan é utilizado rotineiramente para corar a cápsula anterior do cristalino durante a remoção da catarata. Objetivou-se avaliar as repercussões relativas à ultraestrutura das células do endotélio da córnea de coelhos de duas técnicas de coloração da cápsula anterior do cristalino com azul de tripan. Foram estudados 24 olhos de coelhos divididos em dois grupos. Nas amostras do GI injetou-se azul de tripan e nas amostras do GII injetou-se uma bolha de ar previamente a injeção de azul de tripan. A superfície posterior das células do endotélio da córnea foi analisada utilizando a microscopia eletrônica de varredura dez minutos após o procedimento cirúrgico. O endotélio corneano de coelhos constitui-se de células poligonais uniformes em tamanho e forma, e com interdigitações das bordas celulares. Vizibilizaram-se microvilosidades na superfície celular. Em ambas as técnicas de aplicação de azul de tripan não foram observadas alterações ultraestruturais nem perdas celulares endoteliais. Este estudo demonstrou que ambas as técnicas empregadas na coloração da cápsula anterior do cristalino de coelhos não apresentaram sinais de toxicidade no endotélio da córnea. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>