ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:04.797-4</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Microbiologia</b><p align=justify><strong>AVALIAÇÃO DE PARÂMETROS QUÍMICOS, FÍSICOS E SEDIMENTO DE URINA DE FÊMEAS SUÍNAS GESTANTES EM GRANJAS NO OESTE DE SANTA CATARINA E SUA CORRELACÃO COM EXAME BACTERIOLÓGICO E PERFIL DE SENSIBILIDADE A ANTIMICROBIANOS</strong></p><p align=justify><b>Natalha Biondo </b> (<i>Universidade do Oeste de Santa Catarina</i>); <b>Rosangela Presotto </b> (<i>Universidade do Oeste de Santa Catarina</i>); <b>Cristina Krewer </b> (<i>Universidade do Oeste de Santa Catarina</i>); <b><u>Irina Lubeck </u></b> (<i>Universidade do Oeste de Santa Catarina</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A cistite pode ser definida como a penetração e multiplicação de microrganismos nas vias urinárias, sendo as fêmeas mais predispostas. Microrganismos, higiene das instalações e quantidade de água ingerida são alguns dos fatores determinantes da doença que favorece a ocorrência de problemas reprodutivos. Foram avaliadas 77 amostras de urina animal, realizando-se o exame físico-quimico, microbiológico e teste de sensibilidade aos antimicrobianos (antibiograma). As amostras com contagem acima de 104 UFC/ml foram consideradas positivas para cistite e os microrganismos identificados foram submetidos ao antibiograma. O exame químico-fisico compreendeu o uso de fitas de urinálise e avaliação da cor, odor e aspecto. Além disso, foi feita a análise do sedimento urinário. Do total de amostras analisadas, 27,3% foram consideradas positivas para cistite e resultaram em 28 isolados sendo entre estes o microrganismo mais prevalente a Escherichia coli seguido de Streptococcus sp. No antibiograma, E.coli se mostrou sensível a: ceftiofur, 72,2%; florfenicol e gentamicina, 55,5%; já os isolados de Streptococcus sp foram sensíveis a neomicina e sulfametoxazol+trimetoprim. Quanto ao exame físico-quimico, não houve correlação quanto à coloração, aspecto e odor. O pH também não apresentou variação permanecendo neutro na maioria das amostras. Quanto ao exame de sedimento urinário, apenas amostras de cistite apresentaram aumento dos leucócitos e presença de bacteriúria, o que indica correlação com a enfermidade. O exame físico-quimico não se mostrou eficaz na determinação de cistite, porém serve como ferramenta auxiliar. O exame a partir de fitas de urinálise apresentou muitos resultados falso-positivos e por isto deve deve ser aliado ao exame bacteriano, que além de fornecer a etiologia do problema nos dá a opção terapêutica mais eficaz através do antibiograma. Palavras-chave: cistite, urina, análise físico-quimica, bacteriológico, antibiograma. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>