ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:13.794-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Saúde Publica e Controle de Zoonoses / Fiscalização Sanitária e Ambiental</b><p align=justify><strong>ANTICORPOS ANTI BRUCELLA ABORTUS EM HUMANOS EXPOSTOS A FATOR DE RISCO OCUPACIONAL</strong></p><p align=justify><b>Paula dos Santos Trindade </b> (<i>FURG</i>); <b>Kledir Belhing Stark </b> (<i>UFPEL</i>); <b><u>Ana Lúcia Coelho Recuero </u></b> (<i>UFPEL</i>); <b>Sérgio Jorge </b> (<i>UFPEL</i>); <b>Cláudia Pinho Hartleben Fernandes </b> (<i>UFPEL</i>); <b>Claudiomar Soares Brod </b> (<i>UFPEL</i>); <b>Claudio Moss da Silva </b> (<i>FURG</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A brucelose é uma zoonose endêmica em muitas regiões do mundo. Os casos da infecção em humanos estão associados, principalmente, ao consumo de produtos lácteos não pasteurizados, manuseio de carnes cruas, consumo de carne mal cozida e contato direto com animais infectados. Entre as profissões consideradas de risco para a infecção estão as de tratadores de animais, funcionários de frigoríficos e de médico veterinário. A vacinação para a brucelose bovina utilizada no Brasil, constituída por bactérias da cepa B19 de B. abortus, é patogênica para o homem, devendo o manipulador utilizar equipamentos de proteção individual (EPIs) para evitar acidentes vacinais. O diagnóstico da brucelose é realizado através do isolamento da bactéria ou detecção de anticorpos em soro de animais e humanos infectados. A identificação indireta da infecção através de testes sorológicos possibilita ainda a diferenciação da classe de anticorpos presente no soro testado podendo ser identificada a infecção recente ou doença em curso. O objetivo deste estudo foi de identificar a prevalência da infecção para brucelose em veterinários que realizam vacinação em rebanhos para a brucelose no município do Rio Grande, RS, Brasil. Para identificação de soros reagentes foram utilizados os testes de aglutinação com antígeno acidificado tamponado (AAT), teste de aglutinação lenta em tubos (SAT) e teste do 2-mercaptoetanol (2-ME) para diferenciação de classe de anticorpo aglutinante. Da população estudada, 25 % foram reagentes no teste do AAT e 17 % reagentes no teste de aglutinação lenta em tubos, padrão para o diagnóstico laboratorial de brucelose. Concluiu-se que os profissionais de risco para infecção por brucelose por manuseio da vacina B19 para brucelose devem realizar atualizações e treinamentos em metodologias vacinais e uso de EPIs para prevenção de acidentes e, conseqüentemente, de infecções por B. abortus. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>