ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:07.792-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Animais Silvestres e de Cativeiro: Clínica, Cirurgia, Nutrição e Manejo</b><p align=justify><strong>FERRETS - PATOLOGIAS MAIS COMUNS NA CLÍNICA</strong></p><p align=justify><b><u>Alessandra de Araujo Roll </u></b> (<i>toca dos bichos</i>); <b>Gleide Marsicano </b> (<i>Toca dos Bichos</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Ultimamente o número de ferrets adquiridos como pets tem aumentado visivelmente. Consideramos que isto é devido ao seu tamanho reduzido, pouca exigência de espaço físico, fácil transporte e amabilidade com os donos. Da mesma forma que estes mustelídeos se tornam mais freqüentes nos lares brasileiros, mais atendimentos veterinários são relatados. Este trabalho tem como objetivo relatar os diferentes diagnósticos realizados após a primeira consulta dos ferrets atendidos na Clínica Veterinária Toca dos Bichos em Porto Alegre/RS, durante os anos de 2001 á 2007. Durante o período de 2001 a 2007 foram avaliados 145 ferrets na Clínica Veterinária Toca dos Bichos. Foram selecionados para o estudo todos os ferrets atendidos neste período, machos e fêmeas, castrados, com idade de 3 meses a 10 anos. Dos mustelídeos avaliados 17% (25 indivíduos) foram considerados sadios e outros 83% (120 indivíduos) desenvolveram algum tipo de patologia durante o período do estudo (TABELA 1). Os diagnósticos destes animais após exames clínicos e/ou laboratoriais foram: neoplasias (58%), afecções cardiopulmonares (11%), afecções tegumentares (7%), gastroenterites (6%), traumatismos (6%) afecções dentárias (2%) e outras (10%), conforme TABELA 2. Com base nestes dados podemos concluir que para o veterinário atender ferrets não basta saber o básico da vacinação, orientações e comportamento, mas precisa compreender, principalmente, as doenças endócrinas que os acometem, por serem responsáveis por grande parte dos casos clínicos encontrados. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>