ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.788-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>USO DA SONDA DE GASTROSTOMIA POR VIA ENDOSCÓPICA PERCUTÂNEA EM CÃO COM LEIOMIOMA ESOFÁGICO</strong></p><p align=justify><b>Rafael Stelite </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Thadeu Mourão Pinto </b> (<i>UFRGS</i>); <b><u>Lucila Maria de Almeida Lopes </u></b> (<i>UFRGS</i>); <b>Carlos Afonso de Castro Beck </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Marcelo Muccillo </b> (<i>UFRGS</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Os tumores esofágicos são raros em cães, sendo diagnosticados em tamanho avançado, levando a sinais clínicos de uma esofagopatia obstrutiva. Os tumores esofágicos diagnosticados incluem: leiomioma, leiomiossarcoma osteossarcoma, fibrossarcoma, carcinoma de células escamosas e plasmocitoma. Os leiomiomas são achados causais. A obstrução parcial do esôfago proporciona uma emaciação progressiva. O diagnóstico baseia-se na combinação de sintomas, achados dos exames de imagens e no histórico clínico (HEDLUND; 2005). Esses animais apresentam desequilíbrio eletrolítico, anorexia e estado de desnutrição protéico-calórica severo (HEDLUND; 2005). A estabilização do paciente, pela correção dos déficits eletrolíticos através de fluidoterapia, suporte nutricional, seja por alimentação parenteral ou enteral, é um fator importante no sucesso do procedimento cirúrgico (OLIVEIRA, 2008). A alimentação por sonda de gastrostomia é a forma mais indicada de alimentação enteral em pacientes com esofagopatias, sendo a colocação por procedimento endoscópico percutâneo a forma mais indicada sempre que possível, devido aos benefícios quando comparada com outras técnicas de gastrostomia (LUNA-ORTIZ, 2002; OLIVEIRA, 2008; PONSKY, 2004). Este estudo tem como objetivo descrever à alimentação enteral no período pré e pós-operatório, de um cão com leiomioma em esfíncter esofágico inferior, através de sonda de gastrostomia por via endoscópica percutânea, que apresentava com sinais clínicos de regurgitação e emaciação progressiva. Palavras chaves: Gastrostomia, Endoscopia, Leiomioma, Esôfago, Cão. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>