ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:03.784-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Ruminantes e Camelídeos Sul-Americanos: Produção, Reprodução, Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>ESTIMATIVA PRELIMINAR DA PREVALÊNCIA DA ARTRITE ENCEFALITE CAPRINA EM CAPRINOS LEITEIROS DO MUNICÍPIO DE PEDRA, PERNAMBUCO, BRASIL</strong></p><p align=justify><b>Priscilla Bartolomeu de Araújo </b> (<i>Universidade Federal Rural de Pernambuco</i>); <b>Sérgio Alves do Nascimento </b> (<i>Universidade Federal Rural de Pernambuco</i>); <b>Roberto Soares de Castro </b> (<i>Universidade Federal Rural de Pernambuco</i>); <b>Michele Moreira Martins de Oliveira </b> (<i>Universidade Federal Rural de Pernambuco</i>); <b><u>Maria Cristina de Oliveira Cardoso Coelho </u></b> (<i>Universidade Federal Rural de Pernambuco</i>); <b>Wagner Mcklayton Alves de Souza </b> (<i>Universidade Federal Rural de Pernambuco</i>); <b>Vanda Lúcia da Cunha Monteiro </b> (<i>Universidade Federal Rural de Pernambuco</i>); <b>Raíssa Ivna Alquete de Arreguy Baptista </b> (<i>Universidade Federal Rural de Pernambuco</i>); <b>Luiz Cosme da Silva Júnior </b> (<i>Universidade Federal Rural de Pernambuco</i>); <b>Maria Helena de Oliveira Cardoso Coelho </b> (<i>Universidade Federal Rural de Pernambuco</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O vírus da artrite encefalite caprina (CAEV) causa uma enfermidade degenerativa e crônica, de evolução lenta, que está distribuída mundialmente determinando perdas econômicas, sobretudo onde é praticada a caprinocultura leiteira intensiva. Este vírus causa infecção caracterizada, muitas vezes, por animais soropositivos aparentemente saudáveis, assim, a sorologia tem sido o meio mais freqüentemente utilizado para o diagnóstico da infecção por CAEV. A detecção de animais positivos é o primeiro passo para implantação de um programa de controle da enfermidade. Assim, neste trabalho são apresentados resultados preliminares da investigação sorológica a ser realizada nos Municípios de Pedra e Venturosa, como parte da execução do projeto de extensão  Desenvolvimento tecnológico e extensão inovadora para caprinocultura de leite agro ecológica nos Municípios de Pedra e Venturosa no Estado de Pernambuco . Para tanto, foram testadas 188 amostras de soro caprino colhidas em 16 propriedades que adotam o sistema de criação semi-intensivo, com exploração de animais de raças com aptidão leiteira, localizadas no Município de Pedra, Pernambuco. O teste utilizado para a detecção de anticorpos anti-CAEV foi a microimunodifusão em gel de agarose (Micro-IDGA), utilizando-se kit (.Antígeno CAEV  IDGA; Biovetech®, Brasil). A soroprevalência da infecção preliminarmente encontrada foi de 21,28% (40/188), sendo detectados caprinos portadores de anticorpos para o vírus em 68,80% (11/16) das propriedades testadas. Ao se avaliar a amostra em estudo verificou-se que 88,83% (167/188) dos animais testados eram fêmeas, das quais 20,95% (35/167), os machos representavam 11,17% (21/188) da amostra, dos quais 23,81% (5/18) eram sororreagentes. Desta forma pode se concluir que o CAEV se encontra amplamente distribuído nas propriedades testadas, sendo necessária a adoção de algumas medidas de controle, junto aos produtores como, por exemplo, apresentação da enfermidade, regulação do trânsito de animais, teste regular dos animais e descarte ou separação dos sororreagentes, separação dos cabritos imediatamente após o nascimento, alimentação dos cabritos com leite de vaca/cabra pasteurizado ou com sucedâneos, dentre outras, visando minimizar as perdas econômicas nas criações leiteiras, bem como a disseminação do agente entre as propriedades.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>