ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:10.782-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Eqüinos: Clínica, Cirurgia e Reproduçao</b><p align=justify><strong>TENORRAFIA DO TENDÃO EXTENSOR DIGITAL LONGO EM EQÜINO- RELATO DE CASO</strong></p><p align=justify><b>Max Gimenez Ribeiro </b> (<i>UEM</i>); <b>Arthur Borges Neto </b> (<i>Autonomo</i>); <b>Luciana Vieira Pinto Ribeiro </b> (<i>UEM</i>); <b><u>Fabio Rodrigues Portiolli </u></b> (<i>UEM</i>); <b>Elvis K. Gunnewiek </b> (<i>UEM</i>); <b>João P. M. Lollato </b> (<i>uem</i>); <b>Vitor Azuma </b> (<i>UEM</i>); <b>Vitor Hugo A. Cadamuro </b> (<i>UEM</i>); <b>André Dicesar Pereira </b> (<i>UEM</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A lesão traumática do tendão extensor digital dos membros torácicos e pélvicos é relativamente comum. Os pélvicos são em média 90% mais comumente afetadas do que os torácicos. Nos torácicos o rompimento do tendão extensor geralmente ocorre entre o boleto e carpo. Nos pélvicos o tendão extensor geralmente é lesionado logo abaixo do jarrete, no terço distal da região metatársica. Estas lesões tendineas podem limitar o desempenho e em alguns casos podem ser fatais. Em muitos casos o tendão extensor é suturado, mas pode ocorrer do animal não ter desempenho atlético adequado, isto é minimizado quando é realizada uma imobilização no pós-operatório. O caso descrito é de um eqüino adulto da raça Crioula, de 550 kg apresentando laceração completa do tendão extensor digital longo do membro pélvico direito. No exame clinico o animal apresentava claudicação de grau 4 deste membro e ruptura total do extensor registrada pelo exame semiológico de flexão e extensão do mesmo. Com esta história clinica foi então indicada cirurgia. Durante a cirurgia foi realizada a tenorrafia do extensor com fio não absorvíveis (Polipropileno 2), seguido da sutura do tecido subcutâneo local com fio absorvível sintético 0 (Ácido poligláctico 0). Na seqüência do fechamento foi colocação de dreno e sutura da pele com fio não absorvíveis 1( Nylon 0). A finalização do procedimento foi a colocação de imobilização de Cast que permaneceu por 15 dias. O pós-operatório constou de terapia antimicrobiana com Penicilina (20.000 IU/Kg, IM, SID) durante 7 dias e Meloxicam (0,6 mg/kg, IM, SID, 10 dias). Aos 15 dias de pós-operatório realizamos a retirada da imobilização com a finalidade de fazer a remoção das suturas e realizar curativo. Na seqüência foi realizada nova imobilização que permaneceu por mais 30 dias, sendo então realizada mais uma troca da imobilização que permaneceu por 45 dias. Ao final de todo o tratamento o animal movimenta o membro lesionado normalmente, sem apresentar claudicação e após 6 meses do trauma o animal retornou ao trabalho sem sinal evidente de trauma. As lesões do tendão extensor digital são na maioria das vezes traumática. Em um estudo retrospectivo com 15 cavalos com laceração do tendão extensor o tratamento revelou que 47% retornaram ao seu destino original, 33% volta ao uso limitado, 7% foram utilizados para reprodução, e 13% foram sacrificados. Em outro estudo em 50 cavalos, um ano após lesão revelou que 73% regressou à solidez atlética. Em outro estudo retrospectivo com 22 cavalos que foram tratados de laceração do tendão flexor revelou que 18% regressaram ao seu uso original, 41% foram devolvidos a uso limitado em equitação, 32% regressou a reprodução ou pastagem e de 9% Foram sacrificados. Um prognóstico mais favorável foi alcançado quando iniciou tratamento no prazo de seis horas de lesão </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>