ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:10.782-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Eqüinos: Clínica, Cirurgia e Reproduçao</b><p align=justify><strong>IMPACTAÇÃO POR INFECÇÃO MACIÇA DE HELMINTOS EM MUAR</strong></p><p align=justify><b>Max Gimenez Ribeiro </b> (<i>Universidade Estadual de Maringá</i>); <b>Fernando de Almeida Borges </b> (<i>Universidade Federal do Mato Grosso do Sul</i>); <b>Luciana Vieira Pinto Ribeiro </b> (<i>Universidade Estadual de Maringá</i>); <b>André Dicesar Pereira </b> (<i>Universidade Estadual de Maringá</i>); <b>Vitor Azuma </b> (<i>Universidade Estadual de Maringá</i>); <b>Vitor Cadamuro </b> (<i>Universidade Estadual de Maringá</i>); <b>Elvis Gunnewiek </b> (<i>Universidade Estadual de Maringá</i>); <b>Agnaldo Nakamura </b> (<i>Universidade Estadual de Maringá</i>); <b><u>João Marcelo Borghese Augustini </u></b> (<i>Universidade Estadual de Maringá</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O controle da parasitose é fundamental, pois resulta em um melhor desempenho dos animais, especialmente quando estão com elevada carga animal por área. A forma de controle adotado na maioria dos criatórios utiliza exclusivamente os compostos antiparasitários por sua praticidade e eficiência, por sua ótima relação custo-benefício e pela facilidade de aquisição. A técnica mais utilizada para avaliar a eficácia dos produtos comerciais é o teste de contagem de ovos ou larvas por grama de fezes (OPG ou LPG) pré e pós-tratamento, também chamado de teste clínico. Muito embora o resultado deste teste não seja consistente, podendo apresentar uma variação acima de 20%, pode-se indiretamente determinar a presença da resistência quando a eficiência de determinado produto esteja abaixo de 95%. Neste trabalho relata-se a presença de helmintose maciça em muar após 5 meses da aplicação do vermífugo oral, indicando uma resistência importante aos antiparasitários. O caso observado foi um Muar de 5 anos, com histórico de desverminação há 5 meses. Poucos dias antes do relato, foi realizado exame coproparasitológico pelo método de Gordon & Witchlock (1939) modificado e o animal em questão tinha apresentado 35.000 ovos do tipo estrongilídeo. Sendo que o animal em questão entrou em quadro de cólica antes do tratamento. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>